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 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência

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AutorMensagem
Hannah Eleonora Vanckock

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Mensagens : 139
Player : Sizca

MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Ter Out 12, 2010 1:50 pm

(…) i will never fail; things i loved before, are not for sale
keep yourself away, far away from me; i forever stay your perfect enemy


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É exatamente quando você acha que está tudo bem que tudo acontece – e da pior maneira possível. Hannah viu-se praticamente arrastada por Richard para fora do Salão, juntamente com uma montanha de alunos em pânico. Os adultos tentavam, de uma maneira pouco eficaz, expulsar os Dragões e evitar as chamas que, em um segundo, tomaram conta de tudo. Ninguém parecia talentoso o bastante para conter aquelas feras, e não havia por onde sair. Hannah era muito sensível ao fogo e, pela primeira vez em sua vida, teve medo de lutar. Ela e Richard atravessaram correndo o Salão, os corredores, desceram um lance de escadas e se viram nas masmorras da Academia de Magia de Legilimência. Ali, por enquanto, estariam seguros.

Chad, eu... — Balbuciou. Hannah tremia como ninguém, e, levando em conta que o clima estava bastante quente, a garota deduziu que fosse de medo. Sentou-se no chão, fixando seus olhos castanhos e tristes nos azuis e inexpressivos de Richard. — Nós precisamos fazer alguma coisa pra ajudar, isso é covardia... — Ela ainda podia sentir leves arrepios na nuca; seus cabelos já não estavam mais tão arrumados devido à distância que correu, e seu vestido só não rasgara porque era coberto de magia. — O que você sugere? E não me diga que quer ficar aqui e esperar isso passar! Eu sei que a gente pode morrer, mas eles também podem e... E eu não quero que mais ninguém morra. — Apertou fortemente a bolsinha de contas em suas mãos, sentindo a varinha de Bétula através do couro. As coisas explodiam na parte de cima do castelo, e ela teve medo de que o teto cedesse em suas cabeças.

Passaram-se alguns minutos, e Hannah e Richard já não eram os únicos a se esconderem nas masmorras. Isso, porém, só fez aumentar o sentimento de pânico que já tomava conta de cada nervo da garota. E se todos descobrissem que havia um lugar no castelo no qual dificilmente fogo e Dragões poderiam chegar, como ficaria o restante da escola? E Legilismeade? Não, ela precisava fazer alguma coisa, qualquer coisa.

Nessuno morirà oggi!* — Gritou Hannah, em italiano, sobressaltando algumas pessoas que estavam ali. Imediatamente se levantou, abriu a bolsinha e tirou a única coisa que lhe importava: a varinha. Depois, voltando-se para Richard, anunciou: — Quero lutar! Quero fazer alguma coisa e NINGUÉM, nem você, vai me impedir. — Quando, porém, pôs os pés no primeiro degrau, sentiu que alguém havia segurado seu pulso. — Collins, me solte. — Richard disse algo sobre não querer soltá-la até que fosse seguro. — Só será seguro a partir do momento em que nós, ao menos, tentarmos ajudar. Você não entende, não é? — Desvencilhou-se dele, subindo o lance de escadas que levava para os corredores do andar térreo. Ouvia passos atrás de si, sabia que eram os dele, mas não sabia se ele concordaria com o fato dela querer se arriscar.

Não podia negar que sentia medo de morrer, mas sentia, também, mais medo ainda de ver outras pessoas morrerem por falta de ajuda. Outra explosão, desta vez mais violenta que a anterior, fez o castelo tremer e Hannah escorregou. Richard segurou-a antes que chegasse ao chão: seus cabelos estavam vermelhos como fogo, seus olhos também, e sua expressão indicava fúria.

Impervius. — Hannah sentiu como se vestisse uma armadura muito grossa, mas não pesada, e percebeu que Richard sentira o mesmo. Eles ergueram os olhos e se depararam com Lívera. Ela lhes deu as costas, indo em direção a batalha. “Ao menos agora não vamos nos queimar... Muito”, pensou, sorrindo para Richard e percebendo que um pouco do medo de sentira antes fora embora.

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Music: Perfect Enemy – t.A.T.u. / Clothing: Clica!
Interactions: Richard Pelegrini Collins; Lívera Santigo Vanckock (NPC).
Notes: *"Ninguém morrerá hoje!". É, a Hannah é revoltada, mesmo.
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Luna Farrel

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Mensagens : 178

MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Ter Out 12, 2010 11:03 pm

Eu ainda estava conversando com Xamus quando percebi pequenos movimentos estranhos pelo salão. Discretamente, sai de onde estávamos e fui para perto de Luiggi, que bem ou mal, devia saber o que estava acontecendo. Olhei repentinamente para Philip a tempo de ver uma ave pousar á sua frente e se transfigurar em um ser humano nu. Parei com a cena, e mesmo parecendo indecente, a curiosidade a cerca de quem era aquele homem não me deixava desviar o olhar dele. Ele falou algo que não pude escutar, mas que provavelmente deixou o diretor irritado. Quando um jato verde passou por entre alguns metros e se chocou ao homem, pude ver que era Fabio, o guarda caças, e pelo modo como ele havia despencado, sabia também o feitiço que o fizera cair. Sai correndo a procura de Sophie, por que sabia que ela odiava o uso desses feitiços, e alguém devia contar a ela para que pudéssemos tomar as devidas medidas. Quando a avistei, ela estava enchendo as taças de Luiggi e outro homem, e não me deu atenção quando cheguei perto dela.

- Sophie... Ele, ele matou Fabio! Ele... Faça alguma coisa!

Mas Sophie havia ficado branca, não apenas no sentido literal. A noticia da morte do guarda caças a deixou em estado de choque, e a sua transmutação estava em ação. Ela olhava em outra direção quando derrubou a taça de vinho que segurava. Olhei para onde ela estava olhando, e para meu espanto, a Ministra da Magia jazia morta, e Lara Nosferato estava próxima a ela. Apenas alguns segundos depois, já não podia mais ver a diretora. Andei alguns passos em direção ao corpo da mulher, e quando me virei para falar com Sophie, Lara segurava no braço dela, acompanhada pelo irmão.

-Vá na frente (...) – Orion beijou-a ternamente, e ela continuou paralisada. Olhou diretamente para mim como se pedisse para me cuidar. – Cuide dela, Orion, Cuide de Luna. – Mas ela não me odiava? Sophie desapareceu junto com Lara por uma chave do portal, e vi Orion se afastar correndo.

Corri para todos os lados a procura de Sarah e do restante dos meus colegas, quando o castelo tremeu e as janelas foram espatifadas. Dei um grito de surpresa ao ver cerca de 15 dragões imensos entrarem pelo salão, e começarem a destruir tudo o que estava ao alcance. Vi uma abertura que Orion havia aberto, e corri para lá. Antes que pudesse chegar, porem, chamas romperam pela passagem. E, para minha surpresa, ou não, Sarah as havia conjurado para prender-nos ali dentro. Estava encurralada dentro de um inferno de chamas e terror. Alguns professores estavam lá, lutando contra aqueles bichos, mas as maiorias dos alunos que ainda estavam por ali não moviam um dedo nem para atacar nem para se proteger. Saquei minha varinha e andei cautelosamente alguns metros. Um dragão de médio porte que se ocupava a pouco de queimar a mesa dos professores me desferiu um golpe com a calda, que me acertou em cheio na barriga. Voei alguns metros, e me deparei com o fantasma de Mimy, que sorria apesar de tudo o que estava acontecendo.
– Eu estava brincando quando disse que gostaria de estar em seu lugar!- Levantei e corri para o mostro.

- Protego! – O feitiço impediu de que a chamas lançadas pelo dragão atingissem o meu corpo. Corri mais para perto, ainda usando o mesmo feitiço para me proteger do animal. Estava a uns dois metros quando ele se preparou para um novo ataque com a calda. –Confundus!- O bicho começou a fazer tudo ao contrario do que realmente queria, e isso o privava de acertos em relação aos ataques. Estava praticamente embaixo da barriga dele quando me lembrei de um feitiço que havia visto Sophie praticando em um rato num dia de férias. – Sectusempra! – Pensei que não iria funcionar, pela minha mania incontrolável de fazer tudo errado. Mas, estranhamente, em situação de perigo, conseguia fazer coisas surpreendentes. Gotas grandiosas de sangue caíram do animal, e eu precisei correr muito para que ele não caísse sobre mim. Por muito pouco consegui sair dali, com apenas um corte na barriga.

Ouvi a voz de Alisson nos mandando sair dali. Mas pra que? Lembrei-me de tudo o que Sophie havia me falado, que eu envergonhava a Brave, que eu era um aborto e não uma bruxa. As palavras dela me pareciam mais motivadoras do que pareciam antes, e percebi que se eu corresse, não honraria a fama de coragem que a Brave tinha. Não dei atenção então ao que o garoto dizia, mas ajudei alguns novatos a sair dali para uma sala reservada ao lado do grande salão. Voltei para o meio do tumultuo para ajudar, ou atrapalhar, quem sabe?
Aproximei-me de Alisson e tive que gritar para ser ouvida.


- Temos que tirar daqui os novatos, ele só vão atrapalhar! E não me venha com palavras egoístas, você é monitor, então é sua responsabilidade também!
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Lilian M. Humbermann

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Mensagens : 131
Player : Gabiiz

MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Ter Out 12, 2010 11:47 pm


''O Diretor se volta contra a sua própria escola? '' D:

Eu sou a adolescente muito desastrada, como todos já sabem, olhei a expressão de Xamus, ele pelo visto não tinha gostado do pisão no pé, mas eu juro por merlin que foi sem querer, eu não queria esmagar o pé do menino que eu mal conhecia com o salto do sapato, foi muito sem querer, mas acho que ele não ia querer ouvir as minhas mim desculpas. Sarah me olha, respondendo a pergunta como sempre no seu tom mais normal e ríspido de sempre. Eu só dei uma risada, sabia que esse era o normal dela, por mais estranho que fosse. As vezes eu achava que Sarah tinha um segredo que escondia de todos, o qual eu ainda iria descobrir, não sei quando, mas iria. Ela tinha um olhar diferente, parecia um tanto inquieta, como se algo fosse acontecer a qualquer momento. Mas enfim, olhei em volta procurando o meu irmão, que conseguia se atrasar mais que eu. Quando olhei, percebi Hay entrando no salão principal. Estava bem vestido, muito bonito como sempre. Dei um grito o chamando - HAAY! aquii! eu disse, acenando para ele, que o fez me ver e veio caminhando até mim e parando ao meu lado. O abracei e disse - Está atrasado D: Ele me olhou como se já esperasse isso e riu. Ele era um amor, sempre me preocupei muito com o meu irmão, até por ser o mais novo, tinha só doze anos, não era muita diferença da minha idade, mas eu já tinha passado tanta coisa, ele parecia tão criança aos meus olhos.

Algo estranho começou acontecer, percebi o diretor Philip com um homem semi-nu ao seu lado, não consegui entender o que falavam, a voz de um dos diretores do IMEA ecoou, quando olhei para onde ele estava. E me assustei, estava ao lado de Luna, a garota da Hakí que eu não gostava. Senti o meu coração parar, eu detetava ela, mas nem por isso queria que fosse para Anders, com certeza isso seria horrível. Mas enfim, Lara não responde ao chamado e pelo contraio, some. Sent um frio pela espinha, por impulso coloquei a mão na varinha, que estava dentro e um bolso do vestido. Aquilo me cheirava a luta. SArah pareceu entender cada palavra que o pai dizia, eu nem sequer tentei, mas quando dei por mim, vi um jato de luz verde. Fiquei com a boca entre-aberta, não acreditando no que tinha visto - Ele... ele... mato... o.. As palavras não conseguiam se assimilar, só ouvi Sarah falando algo para Xamus, algo realmente estaria errado. Ouço ela falando que logo o salão estária cheiro de dragões. Quase desmaiei quando ouvi o que ela disse. Respirei fundo e percebei Lara Nosferato voltando e falando com Orion, pelo menos ele deixaria Luna e Angel em paz. O que seria muito bom, não queria elas indo para o IMEA, mas pelo clima que estava no ar, esse não seria o menor problema que teríamos, meu coração disparado e um pouco assuto indicava isso, não sabia por que, mas tinha algo bem estranho acontecendo e sabia que Sarah também estava desconfiada.

Xamus pega o meu braço, logo depois de Orion lhe entregar a espada. Achei aquilo muito estranho, mas enfim, não tinha nada a ver com isso. Só o fato de que Xamus me puxou pela mão, lembrei do meu irmão, e o puxei pela mão. Não poderia fugir assim, lá fora era onde os dragões encontravam-se, estavam chegando, provavelmente estavam queimando tudo. Mas também não poderíamos lutar contra eles. O que fazer? ‘’ pensa Lilian! Lembre por que você foi uma das escolhidas... inteligência...’’ ée.. mas ela adora me deixar na mão quando é necessário, e num caso de vida ou morte, realmente era algo importante. Bom, a única coisa que me veio a cabeça, era que eu não poderia deixar ninguém morrer, pensei em um lugar, as masmorras, o salão da Joie seria ótimo. Me soltei, puxando apenas Hay pela mão. Ouvi o pronunciamento de Alisson, ele tinha pensado que nem eu! Pelo menos uma alma iria me ajudar. Ouvi o que o Alisson terminou de dizer e corri até ele, puxando Hay junto dizendo – Alisson, o salão comunal da Joie é perfeito pra isso! É bem abaixo, acho que mais que os das outras casas... e mais seguro. Ele assenti com a cabeça dizendo – Leve alguns alunos pra lá, mas fique aqui, e lance feitiços de proteção a minha volta! Eu vou ficar. Achei uma tremenda burrice isso.

Pego a mão de Hay dizendo – Olha querido, chame alguns alunos e os escolte para o salão comunal da Joie, entendeu? Vá o mais rápido possível, cuidado, varinha sempre em punho, sabe lá merlim o que mais tem pelo castelo. Chame o maior numero de alunos que conseguir. Vá! Hay! Vá ! Disse o empurrando. Ele fico meio desnorteado, mas ele iria se sair bem. Meu coração estava disparado de medo, mais medo por ele do que por mim mesma. Levantei a voz e gritei – OHH! Cuidado! Sigam o Sr. Humbermann, ele vai levá-los para o salão comumal da Joie, uma das salas mais seguras e mais baixas do castelo! CORRAM! Assim que disse a ultima palavra, me virei para Alisson, que tinha acabo de atacar um dragão. Me afastei dele, empunhando a varinha sussurrando - Salvio Hexia. Esse feitiço eu tinha aprendido com o meu pai, não sabia que causava algum efeito com dragões, mas enfim, não custa tentar. Ele cria um campo de força em volta da pessoa a protegendo. Logo depois sai correndo para trás, empunhando a varinha para um dos dragões que estavam chegando ali ‘’ Droga, são muitos’’ A parte boa que nessas horas eu não era desastrada, a razão falava mais alto que a emoção. Apontei para um dragão que estava aproximando-se, queimando tudo em frente e disse – GLACIUS! Anulando uma parte do fogo, que queimava as coisas em volta. Logo depois apontei para os olhos dele dizendo – EXPULSO Outro feitiço de papai, um dos que eu mais gostava! O dragão ficou um tanto cego, então por fim lembrei do feitiço ensinado na aula de DCAT e disse – BOMBARDA MAXIMA!!! Concentrei toda a raiva que estava sentindo naquilo e atingi o dragão.- Langlock! Coloquei a língua dele no seu da boca, tentando fazer com que impedisse de lançar o fogo. Ou caso lançasse ele mesmo se machucasse. Sai correndo, da linha de alcance, deles, tentando ajudar mais alunos a se esconder.
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Richard Pelegrini Collins

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Player : Pinho

MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qua Out 13, 2010 12:30 pm

~ Suicídio

Fogo, arma mortal contra qualquer vampiro. Não queria perder minha existência, nem mesmo a existência de minha Vanckock. Puxei-a pelo braço e tentei levá-la à área externa do castelo por um buraco que foi feito pelo demoníaco Nosferato Orion, porém minha prima Sarah fez questão de fechá-lo antes que tivéssemos passado e confirmo que se eu e Hanny tivéssemos passado não teríamos morrido, não comigo ali. Não sei ao certo se a intenção de Sarinhah era mesmo preservar nossas vidas ou deixar-nos torrar ali dentro, só não confiava nela e pronto. Puxei Hannah na direção contraria e atravessamos todo o grande salão correndo, as masmorras eram o nosso destino e só a soltei quando já estávamos lá, bem embaixo no castelo. Seguros.

E logo quando chegamos à tonta da Hanny querida voltar e ajudar os que ficaram para trás. SUICIDIO! – Querida! Não diga isto... Não podemos voltar. – Tentava tirar a idéia de sua cabeça mais ela insistia, garota teimosa. – Eles não vão morrer Hanny, os diretores estão lá, não é mesmo? Eles estão todos seguros. – Mentir é uma coisa que eu realmente não fazia, mas para preservar a vida dela valia tudo. E na condição de que eu não sabia se ela vira o que o tio Phil fez eu inventei isto automaticamente, porque nem eu mesmo sabia o que estava acontecendo lá em cima e como isto iria chegar ao seu fim.

As masmorras foram ficando lotadas de alunos refugiados. A Vanckock se levantou de onde estava sentada e me anunciou que queria fazer algo, lutar e que ninguém iria morrer hoje e que eu não iria a atrapalhar. E virou-se de costa para começar a subir as escadas. – Hannah Vanckock eu só te saltarei quando for realmente seguro. Você vai se matar, vai nos matar, não vê isto? – Não deu a mínima para o que eu disse e se soltou pondo-se a subir as escadas novamente. Eu a segui bufando de fúria. – Droga! – Senti meu cabelo e meus olhos mutarem, graças a minha desprezível metamorfomagia, que nunca me deixava em paz.

Uma explosão ocorreu no térreo do castelo e o tremor foi sentido também nas masmorras. Hanny se desequilibrou com o tremor de terra e quase caia no chão, por sorte eu estava atrás e a segurei. — Impervius. - Uma voz feminina e bem conhecida por ambos os jovens conjurou o feitiço que os protegeria como um sobre-corpo, uma armadura. – Professora Lívera *-* - Eu disse em tom de idolatração a pessoa que eu mais admirava naquela academia. Lívera Santiago partiu para o combate nos deixando novamente a sós. – Se você quer realmente se matar então vamos lá querida. Está pronta não é? – Tirei minha varinha de dentro do colete que usava e coloquei-a em punho firme. - Não nos separaremos. Siga-me!

Ao chegar ao Salão Principal vi a coisa mais terrível de minha vida, todos encurralados e sem saída esperando pela morte, e lá fora um exercito de dragões furiosos que caiam golpeados e novamente colocavam-se a batalhar. O apocalipse ou apenas o inferno não sei ao certo, mas não deveríamos estar ali. – É isto que você queria ver Hanny? Todos morrendo? Não há o que fazer querida, vamos voltar! – Não queria estar ali, não queria morrer ali. Precisávamos realmente voltar, porém estava convicto que a garota jamais abandonaria ninguém e tudo o que eu estava falando era perca de tempo.

Eu nunca me dei muito bem com feitiços, minha praia sempre foi trato das criaturas mágicas, o pouco que sabia não nos manteria vivos por muito tempo. Temia muito não dar conta do recado. Corríamos feito loucos nos escondendo atrás de objetos e estatuas do salão, o escuro fazia com que a situação ficasse ainda pior, mas as chamas vez ou outra clareavam o ambiente. Pude avistar do outro lado do salão Ivana U. A garotinha que viera comigo no testrálio, e lembrei-me que prometi a Diandra que a protegeria sempre, não podia deixá-la ali, ela iria ser morta. – Querida! Ta vendo aquela garotinha de Anders ali? – Apontei para a menininha que estava agachada no chão chorando de medo. – Preciso buscá-la. Me dá cobertura? – Hanny assentiu com a cabeça e eu sai correndo pelo salão, pedindo a minha própria morte.

- Estupore! – Gritei lançando um feitiço no Dragão que por pouco não me abocanhou, ele desviou-se do feitiço e mudou de direção. – Lembra que disse que me daria cobertura? Perca o medo JÁÁ! – Gritei para Hannah que estava assustada e quase me deixara morrer.
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Xamus Uzura

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Mensagens : 90

MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qua Out 13, 2010 3:48 pm

Estava tudo tão confuso, pessoas correndo e morrendo queimadas por conta de um fogo infernal. Orion avia nos ajudado e matado um dragão com suas próprias mãos, e ele teve coragem de falar que estava só brincando! Isso e impossível demais, todos eram tão fortes e corajosos e eu só queria ajudar mais não fazia nada por medo. Orion queria falar com Sarah mais parece que ela não quis e falou algo estranho para ele, como assim traidor? Estava tudo tão confuso que eu não tive tempo de pensar.

“Avenger a espada dos sonhos perdidos.”

Sonhos? Acho que já tive alguns, será que essa espada continha todos os sonhos das pessoas que não conseguiram alcançar seus objetivos? Eu estava tão perplexo que acabei pensando besteira. E sonho será que eu tenho um, eu tenho um motivo de vida?
Eu não tinha motivos para lutar ou então para viver, só estava ali por senso de justiça, já me disseram que lutar sem Ódio e como um pássaro voar sem assas e eu não sentia ódio pelos dragões ou nada do tipo. Mas algo me deu forças, algo me dizia que eu tinha que proteger tudo e todos e essa vontade que me dava força, se eu sou um pássaro sem asas então vou voar sem elas e ser mais forte que todos! Senti que a espada me dera mais alto confiança, Orion olhou para mim e disse.

-Preciso falar com sua nova “amiga”, porque não vai matar aquele dragão vermelho lá? Ele e o maior. Não te dei a espada em vão.

Olhei para o dragão e tremi de medo, ele era medonho e tinha olhos de matador. Eu ia protestar até porque não tinha nenhum aluno atacando o dragão, mais antes que eu pude fazer algo Orion me levantou e me girou com muita força e me jogou em direção a cabeça do dragão. Eu fiquei sem reação, o vento não me deixava me movimentar direito, só peguei a espada e apontei para frente, meu corpo estava tomado de medo.

“Porque o maldito fez aquilo eu vou morrer!”

O dragão estava cada vez mais perto e de costas para mim, por um segundo pensei que tinha chances mais o dragão virou para mim, eu não estava muito longe dele uns Oito metros até chegar a ele talvez, mais então o dragão prepara uma baforada de fogo. No mesmo estante vi minha prevê vida passando diante de meus olhos e nela percebi que ninguém nunca tinha confiado em mim. Então caiu a ficha, Orion me deu grande prova de confiança quando me deu a espada e me mandou matar um dragão sozinho, agora eu entendo que mesmo eu não tendo ódio para lutar, Orion sabia que minha vontade de proteger as únicas pessoas que gostam de mim e muito mais forte e é uma fonte de energia e coragem muito maior do que o ódio. Quando o fogo estava chegando minha espada com as assas me guiou para o lado fazendo, eu escapar por pouco da rajada de fogo descomunal. Ao chegar perto dele ainda estava em alta velocidade, que Orion me proporcionou com sua incrível força, cravei a espada no pescoço do dragão e fui descendo rasgando a fera em alta velocidade até a barriga e com controle da espada alada. Depois pulei fora do dragão e tive uma queda de dois metros, cai e rolei machucado. O dragão caiu lentamente e por sinal estava morto. Essa talvez fosse à única coisa certa que fiz... Não sei explicar.

Levantei apoiado na espada e fui andando em direção a Orion e Sarah, a distancia era muito grande mais eu tinha que chegar lá. Ao chegar parecia que os dois tinham tido uma conversa, mas Orion como sempre levou a melhor... Ou sei lá.
-Muito obrigado Orion, Quase virei churrasquinho.

Eu realmente estava furioso com Orion, mas ao mesmo tempo fiquei aliviado por todos os meus amigos que tenho Que já são poucos, estarem bem. Agora o que resta e esperar para ver se tudo vai acabar bem.
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Orion Nosferato

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Mensagens : 127
Player : matheus

MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qua Out 13, 2010 5:05 pm

Recebi uma resposta Rude de Sarah, mas esperava coisa pior. A filha de Phillip era uma garota esperta e forte, não poderia perder esta chance. Olhei para Xamus que parecia perdido em sentimentos, seu rosto garregava consigo uma face triste e sem esperanças e sonhos, como se ninguém confiasse nele e como se ele não tivesse motivo de vida.

-Preciso falar com sua nova “Amiga”, porque não vai matar aquele dragão vermelho lá? Ele é o maior. Não te dei a espada em vão.

Rapidamente peguei o jovem da Brave pelas vestes e girei com muita velocidade e força, força o bastante para ele voar uns onze metros até um dragão para matá-lo e me deixar falar em paz com Sarah. Bem ele queria confiança eu lhe entreguei uma grande tarefa e pelo o que bem eu conheço dele ele, isso o daria força para matar o dragão. Olhei para Sarah que parecia me julgar de louco.

-Não se preocupe minha jovem, ele vai ficar bem eu garanto. Não me julgue de traidor, nunca aceitei o cargo de general das trevas, eu tenho outros planos. Mas eu quero que seu pai fique como lorde das trevas, a linhagem dele e excelente, ninguém pode o substituir nesse trabalho. O que eu fiz aqui foi o que deveria ser feito, existe um equilíbrio entre o bem e o mal, se este e quebrado eu devo restaurá-lo, as trevas não devem superar a luz assim como a luz não deve superar as trevas. Existem dois tipos de pessoas más: as sem coração e as com coração. Eu tenho tendência ao lado das trevas mais eu tenho um coração, e veja como sou forte! Agora veja o ex-Lord que morreu, ele não tinha coração... E veja como ele era patético, se que você tem tendência má, isso não é ruim, o que define se é ruim ou não e seu coração, Pense bem minha jovem, lembra da coruja que mandei para você a um tempo atrás? O que acha da proposta, expliquei tudo La... Quer participar?

Recebi a resposta com alegria e vi Xamus se aproximar, ele estava cansado, mas mesmo assim ainda largou uma gracinha.

-Não esperava nada menos de você... Agora fique com Sarah e vão para algum lugar e fiquem escondidos, eu vou atrás ter que fazer uma coisa ainda.

Fui correndo para dentro do castelo e achei Luna da Brave que estava ajudando todos, peguei a garota no colo e olhei para o vidente da Haki e falei.

-Bom trabalho... Vou colocar os dois nas masmorras e vou cuidar do resto. Luna... Sempre soube que você tinha muito mais capacidade do que muitos... Eu tenho orgulho de você.

Peguei os dois e levei para as masmorras rapidamente, logo em seguida voltei percebendo que os alunos e alguns professores e aurores estavam matando mais dragões, foi até eles e fiquei ajudando, eu cortava as patas dos dragões fazendo pequenos cortes e paralisado os mesmos com veneno enquanto os outros finalizavam.
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Sarah Windsor Collins

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Mensagens : 324
Player : Aninha

MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qua Out 13, 2010 9:56 pm

xXxxXx
"Heart"
…"Coração"…
Xamus pareceu não entender nada do que disse para Orion, e agradeci internamente por isso. Antes que respondesse minha provocação o vampiro se dirigiu a Xamus e para minha surpresa o arremessou em direção a um Dragão vermelho enorme, o que ele queria? Matar o garoto? Não consegui disfarçar minha preocupação, e Orion percebendo me tranqüilizou falando que ele ficaria bem. Olhei para Xamus voando em direção a criatura e duvidei, afinal, por que deveria acreditar na palavra de um traidor? Como se lesse minha mente o enigmático vampiro falou – Não me Julgue traidor... – minha atenção desviou imediatamente de Xamus e me concentrei em cada palavra que Orion dizia.

Meu pai tinha uma linhagem perfeita? É claro que tinha, afinal eu era filha dele. E se as palavras de Orion fossem verdade, eu seria a substituta do meu pai futuramente, aquela era uma forma de manter os Collins sempre no poder. Pela segunda vez naquele dia ouvi algo sobre “coração”, eu tinha tendências más como ele mesmo disse, mas e coração? Eu tinha? Meus olhos pecorreram o salão, vi Lily lançando um Bombarda Máxima contra um Dragão - alguém tinha de lembrá-la que a pele daquelas criaturas eram grossas demais, imunes aquele tipo de ataque -, vi Luna derrubando outro – confesso que aquilo me surpreendeu –, Rick atravessando o salão correndo e quase sendo abocanhado por uma das criaturas, Alisson sentado no chão a um canto parecendo fraco e exausto, e por último vi Xamus, lutando contra o Dragão vermelho.

O que eu sentia por eles afinal? O que me influenciara a tentar tirá-los do Salão antes do ataque, para que não se ferissem? O fato de pela primeira vez ter me preocupado com alguém além de mim, significava que eu tinha sentimentos? Não queria admitir para mim mesma, mas achava que meu coração finalmente estava começando a demonstrar amor a outras pessoas. Eu amava meu pai, e nunca o trairia, mas participar daquilo não era traição. Ao ouvi sua pergunta final nada falei, apenas assenti com a cabeça, lutando com todas as forças contra meu lado negativo, que não queria assumir que eu havia mudado, e que não era mais tão fria quanto antes. O que aquilo significava? Fraqueza? Não é isso que dizem? O amor enfraquece. Ou ao contrário, eu estava mais forte assim como na opinião de Orion?

Ele pareceu animado com minha resposta, logo Xamus se aproximou arrastando sua espada, aparentando cansado devido a luta. Lá atrás mais ao fundo, o Dragão vermelho encontrava-se caído coberto de sangue. Me sentia perdida, já não sabia quem eu era de verdade, sentia uma certa culpa por ser capaz de “sentir”, parecia que estava fazendo algo errado, indo contra minha natureza. Ainda perdida em pensamentos não percebi quando Orion se afastou, tinha uma noção de que a voz de Xamus me falava algo mas soava longe e eu não consegui entender , como se não estivesse no comando do meu corpo senti a mão de Xamus segurar na minha, me conduzindo para fora do Salão, e meus pés apenas obedeciam o seguindo.

Após alguns minutos estávamos em algum lugar que não reconheci de imediato, e minha mente estava turbulenta demais para reparar naquilo. Paramos, meus olhos buscaram o rosto dele, estava me sentindo mal por enganá-lo daquele jeito. Ele tinha uma idéia errada sobre mim, minha voz baixa rompeu o silêncio – Não sou quem você pensa que sou... – lembrei do que fora capaz de fazer meia hora atrás, estava obstinada a não só deixar que pessoas morressem, como também a impedir de se salvarem, não sentia culpa pelo que fiz, mas me sentia estranha como nunca havia me sentido antes – Não devia confiar em mim...

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Jose Silva

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Mensagens : 32

MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qui Out 14, 2010 10:00 am

O corpo de Fábio caiu nuzinho e em pelo e de longe deu para se ouvir um gritinho proferido por Júpiter no meio do castelo. O inferno já estava instaurado do lado de fora e os dois rapazes que sobraram se apressaram em subir em mais uma galinha que antes estava dormindo tranquilamente na cabeça de José.

-Pai olhaaa! – Júpiter apontou para a janela e mostrou Viper fugindo com o ex diretor e alguns Collins nas costas. Também era possível ver por ali algumas crianças correndo para o lado de fora, ou de dentro do castelo para longe do salão que aos poucos era evacuado.
Os dois deram uma passada rápida no salão principal onde levaram o corpo morto e semi nu do velho guarda. Ninguém disse nada sobre o assunto e sobrevoaram para o lado de fora através do teto que desabava.

-Isso vai dar certo? – A voz de José parecia mais distante do que nunca. O rapaz ajeitou-se em cima da galinha enquanto ajudava o pai a segurar o corpo sem vida que carregavam. Aos poucos a fisionomia dele começava a adquirir traços diferentes; Os cabelos que antes eram castanhos se tornaram brancos e a pele ficou enrugada. Músculos e altura diminuíram e já era outra pessoa quando o corpo esfriou de vez.
Estresse?

-Pronto, agora Collins nunca mais corre atrás de nós e... Eeele vai ficar muito puto quando descobrir... A gente tem um velório pra preparar... – E então os 3 (4 ou 2) desapareceram na escuridão da noite. Os outros problemas poderiam ser resolvidos depois.




OFF: EEEEEEEEEE \o/ Obrigadooo... Aff não façam tcc to sem tempo no ultimo... Eu quero que todos venham ao meu velório, vai tocar Billie Jean e depois a Boate Azul pela Miley Cirus *-* . SE NÃO VIER EU FICO MUITO PUTO! Off
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Xamus Uzura

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qui Out 14, 2010 3:50 pm

Estava exausto, depois que Orion conversou com Sarah parece que ocorreu tudo bem. Apesar de ele quase ter me matado eu fique agradecido a ele, Afinal ele me deu uma bela espada e me dera algo que ninguém já mais me deu, confiança. Embora por fora eu estivesse machucado e podre, por dentro eu me sentia mais revigorado que nunca, acho que essa e a habilidade da Avenger, ela te ajuda na auto-estima.

Quando Orion foi resolver o resto Sarah e eu, fomos correndo para um lugar mais afastado no qual eu tive que guiar, porque Sarah estava paralisada ou alguma coisa do tipo, ela parecia perdida, e por incrível que pareça quando ela ficou assim eu também fiquei. Quando finalmente paramos de correr já estávamos perto de uma grande arvore, o local parecia seguro e calmo, a grama estava fofa foi átimo para sentarmos debaixo da arvore que nos dava uma sombra boa. O vento também estava a favor, o sol não estava mais tão quente. Procurei o rosto de Sarah ainda confuso e percebi que ela queria dizer algo. Ouvi a voz baixa dela se pronunciar.

“-Não sou quem você pensa que sou...”

“Como assim? Tudo bem que eu não a conheço muito bem, mas ela me pareceu diferente do que me contaram, ela não era a pessoa mais sensivel e fofa do mundo... Na verdade nem chega perto disso, mais ela e uma boa pessoa... Eu acho... “-Isso foi tudo que deu tempo para pensar antes que ela continuase a frase-

“- Não deveria confiar em mim...”

Ela deveria estar em comflito interno, ja passei por isso varias vezes, sei que ela queria me falar algo importante, mas ela não conseguia, por um tempo tomei a aflição de Sarah, não sei porque mais me sentia tão mal quanto ela. Algo me dizia para fazer alguma coisa, mas o que eu poderia fazer? Confesso que matar o dragão foi mais facil do que fazer alguma coisa para tirar esse peso do coração de Sarah. Coloquei as mão no rosto de Sarah e disse proximo da mesma.

-Eu sei que eu praticamente não te conhesso, não sei de nada de sua historia, talvez você queira me falar algo importante mais não esta cosneguindo, tudo bem... Não presisa falar se não quizer, mas mesmo sem saber quem e você direito eu vou estar ao seu lado, pode contar comigo. Tem a minha palavra... Você não esta sozinha Sarah, e eu confio em você sim, não sei porque, mas sei que posso confiar de alguma forma.

Falei tais palavras olhando nos da Srt. Collins com um sorriso no rosto e um sensação estranha. Me senti umpolco culpado de não deixar Sarah acabar de falar então dei espaço para ela continuar.

-Se quizer falar... estou aqui, ia me dizer alguma coisa?

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Hayden M. Humbermann

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qui Out 14, 2010 4:37 pm

I will fight 'till forever


~x~~x~

Estava um clima legal no começo. Todos se reencontrando, botando a conversa em dia, alguns aproveitando os breves, REPITO, breves momentos de paz para paquerar, conversar, namorar, e todo tipo de coisa que se fazia em uma festa normal. Eu estava andando a procura de Lily, queria ver a minha irmã que com certeza estaria maravilhosamente linda. Olhei para os lados a procura de qualquer pessoa que pudesse me dar uma pista da localização dela dentro daquele salão barulhento e abarrotado. Vi um bracinho delicado estendido para cima e uma voz quase que totalmente desaparecida gritando “Haay, Aqui!”. Era Lily, meus olhos encontraram os de minha irmã, e eu me aproximei, me esgueirando entre as pessoas que estavam ali. Cheguei mais perto dela e observei que ela estava perto de Sarah e Xamus que parecia aborrecido. Orion também estava ali, e aquele cara me causava arrepios constantes.

- Prontinho, vamos aos sermões – Eu disse com um tom brincalhão, mais sabia que levaria broncas por ter me atrasado, Lily era impecável com as minhas atitudes, a preocupação dela comigo era notável e as vezes chata, mais no fundo eu sabia aquelas atitudes eram porque ela queria o meu bem. Comecei a perceber um clima muito estranho se espalhar por ali e então as pessoas pareciam mais tensas, De longe eu avistei o Diretor, queria acenar, mais ele mantinha uma expressão meio que melancólica, e parecia ocupado, como sempre. As coisas pareciam começar a ficar estranhas, e eu me distrai por um momento olhando pelas grandes janelas do salão. Alguns minutos devem ter se passado enquanto como de costume, a minha mente viajava em mundos desconhecidos até por mim, até um jato de luz verde me chamou a atenção.

Ao me virar para minha irmã nada mais fazia sentido, eu nem conseguia pensar diante das imagens que corroíam meus olhos, Lily agarrou minha mão e me puxou pra onde Xamus puxava ela, e por enquanto que meu corpo era arrastado, eu olhava as cenas deprimentes de Dragões aparecendo causando a morte de muita gente, acabando com o castelo, detruindo tudo, as coisas estavam de uma maneira impossível de se controlar. A gente estava no inferno ? era só o começo – OQUE É ISSO – eu gritei em vão, minha irmã tinha muito o que se preocupar naquele momento, ela não poderia responder a minha pergunta, mais isso não me chateou, em vez disso eu estava bolando maneiras de poder ajudar ou pelo menos fazer algo de útil, estratégias e mais estratégias surgiam em minha cabeça, até o momento que meu corpo gelou e eu pensei. “Sou apenas um aluno do segundo ano, não sou for o suficiente, mais minha irmã, LILY, não posso deixar que nada a aconteça, de maneira alguma, nem que Isso custe a minha vida”.

Minhas pernas bambearam diante de toda a destruição e chamas, e eu não tinha a mínima idéia do que fazer, eu só olhava para a minha irmã, era notável a minha preocupação. Eu precisava de alguma maneira nos tirar dali, mais a minha consciência me deu outro murro. Lily é uma escolhida, e com certeza ela lutaria sem nenhuma chance de escapatória, lutaria bravamente, isso faz parte da personalidade de minha irmã, e eu sabia disso muito bem! Ela conversava com o Alisson enquanto de longe eu via Luna Lancaster, e eu queria ajudá-la, parecia desorientada mais um aperto na minha mão me trouxe de volta ao Caos e o olhar de minha irmã preocupado me deu um aperto no peito, era ela que segurava minha mão ao dizer Olha querido, chame alguns alunos e os escolte para o salão comunal da Joie, entendeu? Vá o mais rápido possível, cuidado, varinha sempre em punho, sabe lá merlim o que mais tem pelo castelo. – Não, sem chance, eu não deixaria a Lily ali sozinha nem que eu tivesse que aceitar a morte depois. – Mais Lily...- Antes que eu pudesse reclamar e tentar convencê-la de que não me afastaria dela de jeito nenhum ela me interrompeu com uma expressão que era o suficiente para me encorajar e disse - Chame o maior numero de alunos que conseguir. Vá! Hay! Vá ! – Ela me empurrou e eu nem tive como reclamar ou dizer algo que a convence-se de que eu queria ficar por perto e ajudá-la então eu me conformei e corri com minha varinha em mãos, avistei Luna e continuei correndo desviando minha direção a ela que seria queimada por um dragão no exato momento em que gritei – Mobiliarbus- lançando uma pedra que era resultado dos escombros da destruição que estava sendo causada ali. Após acertar o dragão peguei as mãos de Luna e não diminui o passo correndo por enquanto que a segurava – Desculpa a informalidade, mais é caso de vida e morte, não vou deixar ninguém morrer – Depois que tentei dar uma explicação rápida de minha atitude para Luna, cheguei perto dos alunos repitindo para todos – Vamos, Sigam-me, temos pouco tempo – Em questão de minutos todos estavam com suas varinhas em mãos chamando os demais alunos que estavam gritando, chorando, escondidos em locais que em pouco tempo teriam sido descobertos e começaram a me seguir junto dos demais que vinham atrás de mim e Luna.

Não larguei a mão de Luna nem por um instante enquanto corríamos para o salão comunal com os demais alunos nos acompanhando, ao chegarmos no salão comunal da Joie, só escutávamos sons abafados de explosões, e muitos gritos ainda, eu estava assustado, mais não podia de jeito nenhum deixar Lily lutar sozinha, e o tempo todo eu pensava no que podia estar acontecendo com minha irmã, olhei para Luna um pouco pensativo sobre minha atitude que iria ser tomada, mais eu não desistiria de salvar minha irmã. – Por favor, não saia daqui por nada Luna, de maneira alguma, e não deixe que os outros saiam, eu não vou retornar com vida, provavelmente morrerei, mais não posso deixar Lily lutar sozinha. – De uma maneira determinada, e empunhando minha varinha com mais força do que nunca eu gritei para os alunos – Parabéns a todos que atraíram seus amigos e semelhantes para cá, você estarão seguros aqui, podem ter certeza, mais não saiam daqui de maneira alguma – Sorrindo eu pisquei para Luna e me virei correndo de forma visível me mostrando estar mergulhado em determinação, eu tinha uma certeza acesa em minha mente, provavelmente eu não voltaria com vida, mais eu não vou deixar Lily de jeito nenhum.

Quando me aproximei mais do local as coisas já estavam pior do que antes, os dragões continuavam a destruir tudo, e um cabelo loiro voava diante das chamas em gritos altos de força, pronunciando feitiços com coragem, eu vi vindo em minha direção um jato de fogo espetacular, a única coisa que veio em minha mente era - Aqua Eructo - após pronunciar o feitiço as chamas se extinguiram mais eu só tinha tempo o suficiente para correr até Lily que ajudava os alunos a se esconderem em locais próximos e em um tom meio preocupado disse – A cavalaria chegou – Sorri para ela e me juntei a ela na tarefa de fazer os alunos conseguirem sair com vida daquele inferno.


Última edição por Hayden M. Humbermann em Qui Out 14, 2010 11:39 pm, editado 2 vez(es)
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Hannah Eleonora Vanckock

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qui Out 14, 2010 5:34 pm

i will sacrifice all i have in life to clear my conscience
(…) can you help me? hold me; whisper to me, softly. move your hands across me, take my worries from me


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Eu nunca quis viver como em uma Redoma de Vidro - protegida de tudo e de todos - sem ter a chance de ver meu verdadeiro potencial, como eu mesma, e não como a pessoa que os outros queriam que eu fosse. Entretanto eu, de certa forma, vivi desta maneira. As pessoas tinham medo de que eu não fosse tão perfeita quanto a filha do vizinho, ou a nova atriz mirim que apareceu na Televisão; as pessoas tinham medo de que eu as decepcionasse tanto quanto elas me decepcionaram. Eles sempre exigiram de mim mais do que eu poderia lhes dar.

Eles me chamavam – e ainda me chamam – de princesa. E eu odeio isso; nunca quis ser princesa, mesmo porque, nasci bruxa. E serei sempre bruxa até os últimos dias de minha vida. As bruxas são as vilãs dos contos dos trouxas, não são? Talvez eu esteja destinada a isso... Ou não.

Eu não poderia, porém, me distrair. Richard chamava a minha atenção e o que eu menos queria era perdê-lo naquele momento. Richard corria em direção a uma garota, e eu fazia força para não me descontrolar quando, com um aceno de varinha, improvisei um feitiço não-verbal para congelar chamas - as pessoas que eram atingidas pelos mesmos não se queimavam de imediato, somente sentiam cócegas. Sempre fui boa em Feitiços, Transfiguração ou qualquer coisa que não envolvesse misturar pó ou cortar raízes. Lívera sabia bem disso.

Accio! — Desta vez quis que o feitiço saísse da melhor maneira que fui capaz de fazê-lo, então o gritei para quem quisesse ouvir. Com a varinha apontada para um pedaço de rocha no chão - que havia se desprendido da parede, provavelmente com as explosões -, consegui fazer com que a pedra batesse no focinho do Dragão que estava prestes a soltar suas chamas em Richard e Ivana. Eles correram na minha direção e eu só tive tempo de atrair outra rocha para barrar mais fogo, então Richard lançou um feitiço que atingiu certeiro nos olhos do bicho e ele levantou vôo.

Dra-gão... — Gaguejava a garota. Eu não suportei olhar nos olhos dela: era muito estranha. Pude sentir o calor voltando lentamente, aquecendo minha pele, e isso informava que o Feitiço de Lívera não duraria por muito tempo.

Richard, nós temos que fazer o possível... Rápido! — Agarrei-o pelo pulso, puxando-o para o centro do Salão onde uma batalha era travada com mais violência que em qualquer outra extremidade do castelo. Só tive tempo de ver Ivana sair correndo por um corredor antes de eu conjurar um jato de água que atingiu a cara de um dragão que rugia, furioso. Ele se distraiu, e eu tive tempo de puxar duas crianças, que estavam feridas, pela mão e deixá-las correr pelo mesmo local onde Ivana se fora. — Expecto Patronum! — Nada mais que uma fumaça prateada saiu da ponta de minha varinha, então desisti de tentar mandar uma mensagem ao Ministério por meio de um Patrono. Não que eu não fosse talentosa a ponto de conseguir conjurar um Patrono, mas encontrar lembranças felizes e concentrar-se nelas é realmente difícil quando se está em meio a mortes e sangue.

Ouvi Richard gritar algo atrás de mim e me empurrar para longe, então um Dragão pisou exatamente no mesmo local onde eu estive antes e eu olhei para o meu namorado – ainda com a mesma aparência de antes: cabelos e olhos muito vermelhos – sentando no chão, arfando. Levantei-me, pois tinha caído em cima da mesa estilhaçada pela batalha feroz. Olhei em volta procurando algo para fazer, alguém para ajudar, e Richard só teve tempo de se aproximar de mim.

Não há nada mais que possamos fazer, não é? — Ele balançou a cabeça, e nós nos abaixamos para nos desviar de outro pedaço de rocha que havia se desprendido da estrutura do castelo, desta vez no telhado; um Feitiço de Levitação executado por outro alguém impediu que a pedra atingisse nossas cabeças. Richard sugeriu que nós voltássemos às masmorras, e eu não tive outra opção senão aceitar a proposta.

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Music: : Sacrifice – t.A.T.u. / Clothing: Clica!
Interactions: Richard Pelegrini Collins; Ivana U. (NPC).
Notes: Desculpem-me, é o melhor que consigo; eu não sei fazer cenas de ação - sei?
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Angel Scorpyan S.Borges

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qui Out 14, 2010 6:19 pm

Tudo parecia surreal,em um momento Angel estava conversando com Luna e Fred e no momento seguinte ouviu a voz sinistra de Orion as suas costas,assim que Angel se virou para olha no rosto de Orion esse correu em direção a Lara,só o que Angel pode captar no momento seguinte era que o guarda caças estava morto no chão e que a ministra também havia sido assassinada,Fred inesperadamente puxou Angel de modo protetor,mas Sarah logo chegou e pegou Angel e Luna e as saiu puxando,Angel sabia que Sarah deveria ter um bom motivo para ter aquela atitude e logo viu os seus motivos,vários Dragões invadiram a escola e começaram a devastação.

Quando Angel e Luna estavam sendo arrastadas por Sarah para porta xamus apareceu bem diante de Sarah com uma espada, logos se ouviu um barulho e um buraco foi aberto para facilitar a fuga dos alunos, Angel não sabia se estava mais surpresa pela audácia do garoto ou por Sarah que no momento em que o garoto se distraiu ela aproveitou para enfeitiça o buraco para ninguém mais sair, a vontade de Angel foi gritar com a amiga “você enlouqueceu,será que é mais importante os planos do seu pai do que a sua vida!”, mas nesse momento Orion apareceu a alguns metros e matou um enorme Dragão usando apenas as mãos e depois veio falar com Sarah, Angel viu Fred lutando com um dos dragões,assim que ela conseguiu se solta da mão da amiga,Angel correu para onde Fred estava sem dar atenção aos gritos das amigas.

Angel chegou no exato momento em que o dragão conseguiu jogar Fred conta uma das paredes,Angel agindo com impulso da adrenalina entrou na frente do dragão que estava prestes a devora Fred e usando o seu poder se Veela,Angel tirou uma grande bola de fogo mágica de seus cabelos e a jogou acertando em cheio os olhos do enorme dragão que começou a se debater cegamente,Angel aproveitou para correr até Fred que já estava se levantando,o rapaz estava com um grande corte na testa o qual escorria um ouço de sangue,Angel segurou no braço de Fred e o puxou para longe do Dragão que ai da se debatia,a pesar de estar tonto Fred ainda conseguiu pergunta – Por que, você se arriscou para me salvar.- ao ouvir aquela pergunta Angel teve vontade de responder “Você preferia ter virado petisco de Dragão ao invés de ser salvo por uma garota”mas, achou melhor não discutir e só respondeu – Você tentou me defender do Orion,bem agora estamos quites,agora cala a boca e anda.- assim que Angel e Fred chegaram a uma parede que ficava próxima da porta,Angel puxou sua varinha e a apontou para a parede e gritou BOMBARDA MAXIMA!!! a explosão do feitiço abriu um grande buraco na parede ao qual e Fred e alguns alunos que estão próximos a eles puderam usar para escapar, ao sair daquele inferno,Angel só queria procurar por Sarah e Luna e saber se as amigas estavam bem mas Fred parecia esta a ponto de desmaiar devido a pancada e por ter engolindo muita fumaça,Angel então achou melhor levá-lo para o salão comunal da Obskurní .
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Gray Dolohov Pierce

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qui Out 14, 2010 9:01 pm

Gray a ministra acabou de morrer. Dizia rapidamente um homem que adentrava a sala do chefe dos Aurores,, -- como assim morreu, ela não estava participando da festa de comemoração do aniversário da Academia de Magia?Disse o homem que se levantara, mostrando se preocupado e impaciente, o outro homem voltava a falar.– Dragões, foram vistos indo em direção ao castelo, e sim a ministra está morta, por quem não sabemos só o relógio ministerial informa isso, e você sabe que ele não mente, até porque você já foi ministro e volta a assumir o cargo temporariamente, até um novo ser nomeado, quais são suas ordens? Aquilo tudo era estranho, Dragões? Só que Gray sabia que se tratando daquele castelo tudo era possível.

-- eu irei ver o que esta acontecendo agora mesmo, reúna o esquadrão oito dos aurores, e chame o chefe do departamento do controle de criaturas mágicas, quero que enviem uma equipe de domadores, o mais urgente possível. O que estaria acontecendo? Uma tentativa de tomar o ministério? O homem já estava saindo gabinete, porem Gray deu uma ultima ordem. --Montem guarda reúna os nossos melhores aurores, protejam a sede do ministério, peçam ajuda ao ministro inglês, vá não perca tempo.Gray estava impaciente e nervoso, se fizesse um bom trabalho teria seu cargo de Ministro da Magia novamente.

Tempo era uma coisa preciosa naquele momento depois de se reunir com a equipe do controle das criaturas mágicas, e de alguns aurores, aparata nos portões do castelo e se depara com uma situação nada agradável. O fogo tomava conta de tudo e de todos, consumia o que estivesse em seu caminho, os alunos estavam lutando e por mais incrível que fosse quatro dragões já estavam mortos, e um deles ferido, este que já Havia sido imobilizado pela equipe. Os aurores concentravam-se em outros, e depois de muito esforço dois deles caiam sem vida no chão, produzindo um estrondo, sacudindo a terra.

Gray entrara no castelo, e percebera o empenho de alguns alunos, que sempre salvavam o dia, o Ministro segue procurando pelo responsável pelo castelo, o ditador Lestrange Collins, mas, não o achou, poucos adultos restavam por ali, e nenhum dos que estavam eram responsáveis pelo castelo, a não ser o vampiro do IMEA. Gray descobriu com a ajuda de aluno, que Lara Nosferato havia acabado com a vida de Kirara, e que Philip usara a maldição da morte no guarda caças, o que estavam acontecendo? é claro Lestrange o comensal, que agora queria o poder só para si, esta era a única explicação possível, cheio de ódio Gray aponta sua varinha para um dos Dragões e usa a Maldição da Morte, ele era o ministro fazia o que achara correto, o numero de feras estava diminuindo, os mortos totalizavam sete, dois deles imobilizados, restavam seis, que seriam vencidos em pouco tempo, o Ministro concentra-se em procurar o maldito Lestrange.


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Sarah Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Sex Out 15, 2010 3:28 pm

~X~~X~
"The Revelation"
…"A Revelação”…
Foi como se a voz de Xamus me despertasse de um sonho, ou me transportasse para dentro de um. De repente me vi num cenário completamente diferente do que me encontrava antes, não havia gritos apavorados, pessoas correndo desesperadas, não se ouvia o urro dos Dragões, nem o calor das chamas. Onde estávamos? Me vi sentada numa grama fofa, na sombra de uma árvore com a brisa suave soprando meus cabelos. Não podia estar no exterior do castelo, já que provavelmente os arredores do mesmo, deviam estar um inferno em chamas.

Estávamos em algum lugar encantado, numa Sala Precisa talvez? Mas se fosse, assumiria a forma de um abrigo seguro, e não de um jardim um tanto quanto...romântico. Mas estavamos protegidos ali, era o que importava, senti o toque da mão dele em meu rosto, começei a prestar atenção em cada uma de suas palavras, que de certa forma eram reconfortantes, e me trouxeram um alívio imenso. - Se quizer falar... estou aqui, ia me dizer alguma coisa? – aquela era a pergunta que eu mesma me fazia “Tem certeza de que quer falar pra ele que é uma Comensal?”. Será que ele continuaria tão compreensivo?

Por um segundo apenas o fitei nos olhos, em silêncio, pensando no que queria falar, no que “podia” falar. Seu rosto estava bem próximo ao meu, de forma que não precisava falar alto, apenas sussurrar. – Meu pai sempre diz que não se deve confiar em ninguém... - aproximei minha boca do ouvido dele – Você é realmente louco se confia mesmo em mim... - em seguida, ainda na mesma posição, afastei meus cabelos do pescoço e mostrei a marca tatuada na minha pele, que cobria toda a parte de trás do pescoço e o início das costas. Num movimento rápido e imperceptível encostei minha varinha no pescoço dele – Poderia te matar agora se quisesse...rápido e fácil... – voltei a olhar nos olhos dele – Mas de alguma forma, não sinto vontade alguma de te ferir...mas ao contrário, minha vontade agora é completamente diferente... – coloquei minha mão no rosto dele, aproximei minha boca e encostei meus lábios nos dele o beijando.

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Fred Gaunt Peverel

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Sex Out 15, 2010 8:27 pm

Tudo era tão confuso, Fred não entendia o que estava acontecendo, porque ele estava se importando com os outros, ele sempre salvava a si mesmo, em todos os combatentes da AML, nunca se quer passou por sua cabeça ajudar os mais fracos, muito menos arriscar sua vida e sua liberdade por uma garota, e ainda por cima mestiça. E o pior que Fred sabia que não estava enfeitiçado, a maldição lupina começava a se manifestar o que o protegia desta magia de veela.

Fred estava lutando com um Dragão, e estava se saindo bem, mais de repente ele avistara Angel que voltava e aquela imagem o distraiu, nisto a cauda do Dragão arremessou o garoto contra a parede que caia com o impacto, a força da fera combinada com a força de Fred, fazia a parede cair. Não perdendo tempo Fred já estava se levantando, quanto Angel veio ao seu encontro. -- Por que, você se arriscou para me salvar. Poderia estar morta garotinha, não morrerei tão fácil, e não se preocupe comigo sei me virar sozinho. Disse o garoto quase que automaticamente, logo depois a garota respondeu agressiva, mas Fred não conseguia ser grosso com ela, muito pelo contrário.

Angel parecia ser decidida e forte, é aquilo a deixava ainda mais interessante, o garoto não precisava dos seus cuidados, e o corte na testa não era tão grave. Mas se tinha coisa que o garoto gostava era de ser egoísta, a teria somente para ele. Fred deixou conduzir, para o salão comunal de sua casa. E La chegando o garoto a segurou com força e a levou para um canto afastado, onde eles poderiam ficar a sós. . -- Angel, eu gostaria de agradecer, mesmo não sendo necessário, foi burrice o que você fez, deveria saber que vaso ruim não quebra. O garoto segurava as mãos da garoto suavemente, colocou uma de suas mãos no rosto da garota e começou a fazer carinho.–- Não se preocupe comigo eu estou bem, sua presença e o melhor remédio, fique aqui e eu estarei bem.O garoto havia transformado sua voz de fria e superior, para doce e agradável, Fred segurou o rosto de Angel e encostou os seus lábios nos dela, beijando-a.
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Xamus Uzura

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Sab Out 16, 2010 2:15 pm

Um Silencio predominava depois da minha pergunta, Sarah enfim resolve falar, quer dizer, Sussurrar em meu ouvido fazendo me arrepiar por dentro. Vi Que Sarah afastara seus belos cabelos me mostrando algo que não era muito belo. Um símbolo sinônimo de dor sofrimento e frieza. Ao ver a marca umas cadeias de lembranças que não eram minhas vieram à tona. Vi vampiros e lobisomens e o que parecia ser um grupo de comensais em guerra, uma guerra em que eu não sabia o motivo.

Voltei à realidade e quando me dei conta uma varinha estava em meu pescoço. Uma onda de tensão e extinto selvagem bailou em minha mente, uma sensação de ser caça e não caçador, mas logo esse sentimento foi extinto por dois motivos. Primeiro por minha promessa, na verdade eu dei minha palavra que vale muito mais do que uma promessa ou juramento, eu falei que iria ficar com Sarah e não ia deixá-La sozinha e iria confiar nela. E o segundo... Bem o que ela me falou obviamente... E o beijo.

Recebi o beijo de Sarah e demonstrei o novo sentimento que sentia de afeto pela Sarah a beijando também. Senti como se fosse algo proibido, pena que tudo que é proibido e bom. Depois do beijo me afastei um pouco tentando me situar. Na hora me veio à mente o que Orion tinha conversado com Sarah, se fosse a. The Black Label socity... Estaria tudo bem, Orion tem umas idéias que me surpreendem. Levantei-me lentamente e estendia mão para levantarmos.

-Não esperava por isso... Nem o fato de você ser uma comensal e nem o... Beijo... Quer dizer o beijo eu até... A deixa pra La. Orion... Ele te chamou para a organização, certo? E pela expressão dele você deve ter aceitado certo?... Bem você deve conhecer os princípios... Agora vamos ajudar o resto do pessoal, Não temos tempo.

De fato eu estava tentando fugir da situação, estava tudo confuso e indo rápido. De mãos dadas com Sarah ignorei as Ordens de Orion e fui novamente andando até o castelo, os dragões estavam diminuindo, Orion estava matando o resto que ali ainda existia. Tentei permanecer calmo e confiante, mas algo estava me incomodando, eu estava com uma vontade de matar um por um dos dragões... Era uma coisa estranha. Puxei Sara para perto de mim e dei um selinho na mesma e falei:

-Não sei o que esta acontecendo, Não sei de muita coisa nem sobre mim mesmo. Vá para seu salão comunal tenho que resolver um assunto com Orion, algo que só ele pode me explicar. E Sarah... Eu... Gos... Gosto de você mesmo você sendo uma comensal. Mas se você esta com Orion e eu, vai ter que mudar um pouco certos pensamentos seus... Mas isso vem com o tempo relaxa.

Fui correndo até Orion que estava socando a cara de um dragão médio. Cheguei com minha espada já fora da cintura e fiz algo que sentia que tinha que fazer. Desferi um golpe contra o vampiro que defendeu colocando sua espada contra a minha. Ele estava calmo parecia me compreender, e isso era bem estranho afinal eu o ataquei.

-Me explique... Vamos!! O que eu realmente sou?

Nesse momento meus olhos estavam cheios de raiva dor e angustia tudo que estava acontecendo estava me deixando insano. Nesse momento o dragão que Orion tinha socado colocara seu focinho perto de meu corpo, seu olhar pedia sangue... E foi isso que eu dei. Em um breve momento lancei um olhar de fúria e pulei encima do focinho do dragão, enfiei a espada no olho do mesmo e pulei para longe caindo um metro e rolando. Os Aourores percebendo isso aproveitaram e mataram o dragão que estava urrando de dor. Comecei a desferir alguns golpes com ira a Orion que não tinha respondido minha pergunta. Orion só defendia serio os golpes com sua espada, cada palavra que o vampiro não falava era mais força em minha espada. Até que Orion segura minha espada com as mãos que não sangram.

-Vai saber na Hora certa... Tem muita coisa que você não sabe... Mas você e sim o perseguido das Historias que seu pai contava.

Gelei, não tinha mais forças, a revelação que só eu entendera foi algo inexplicável, como um super soco na cara.Guardei a espada serio e sai correndo para o mais longe possível.

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Philip Lestrange Collins

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Sab Out 16, 2010 4:58 pm

A sombra me abrigava, as trevas estavam comigo, estavam em mim. Os dragões haviam destruído tudo o que antes era verde e bonito, os terrenos estavam queimando como no próprio inferno a terra queima. Sofrimento e dor eram vistos de todos os ângulos, até que como sempre uma resistência apareceu. Os professores, ministeriais e alguns dos alunos mais experientes montavam resistência contra o ataque. Os dragões, criaturas fantásticas e praticamente indestrutíveis arrasavam com tudo que aparecia em sua frente, mas a resistência era mais forte do que eu pensava. E o pior de tudo era ter Orion Nosferato ao lado deles.

- Asquerozo-mizéral! – Bradei com fúria. Meus pulsos tremiam de tanta raiva, alguns dragões já caiam mortos por culpa da ajuda dele. Ao longe vi a galinha levantar vôo com Júpiter e o seu outro pai, e eles levavam o corpo do Fábio, creio eu que para ser velado. – Eu prometi uma morte digna, mas não me lembro em ter citado um velório digno e sim um corpo queimado e irreconhecível! – Eles realmente queriam fugir, a galinha se esforçava o máximo para atingir uma boa velocidade. – Víper! Derrube-os agora. – Não precisava proferir as palavras em tom alto, Víper me obedeceria só em mentalizá-lo, uma criatura que fora dada a mim quando eu tinha 13 anos de idade e por seu tamanho não ser tão grande quanto o das outras raças de dragões foi fácil de ser criado escondido.

Toda a beleza do castelo acabara, aurores estavam ali lutando bravamente e os poucos dragões que restavam começaram a recuar com um sinal que eu mesmo fiz com as mãos, expulsando-os. O que eu queria estava ali em minha frente, vulnerável e facílimo de pegar. Tão fácil que vinha correndo em minha direção. Para que vingança melhor do Orion se não pegar o que ele tanto quer? Vingança é um prato que se come frio e eu como todos sabem adoro o comer gelado. – Eii garoto Uzura! Preciso te tirar daqui, venha comigo... – Falei em tom amigável e que demonstrava preocupação com um dos meus muitos alunos. Ele falou algo sobre ter me visto acabando com o guarda-caças e eu tentei mudar o rumo da história. – Você acha mesmo que eu mataria o Fábio sem razão? Ele foi quem trouxe este exercito de dragões para cá querido. Venha, vamos sair daqui logo... Antes que seja tarde demais.

Ele tentou resistir, se debateu como uma criança mimada e mal criada, eu estava sem paciência para agüentar aquilo, tive vontade de matá-lo, mas não podia ainda. – Confundus! – Enfeiticei-o. – Eu já lhe disse que só quero o bem para este lugar Sr Uzura. Vamos, deixe que eu te tire daqui antes que percas tua vida! – Abobalhado o garoto olhou para todos os lados e ficou muito confuso com o que se passava, olhou-me fixamente nos olhos e parecia acreditar em mim. Ergui minha mão para que ele a segurasse, e ele o fez. Corri para a grande porta de carvalho que dava acesso ao Salão Principal, ela ainda estava de pé. – BOMBARDA MÁXIMA! – Coloquei-a abaixo e continuei correndo com o garoto que estava assustado e que a meu ver tentava começar a resistir de novo. – Não se preocupe garoto, estamos quase lá, não se preocupe.

Chegamos onde eu queria. O lugar em que nenhuma chama queimara, o lugar onde o menino que eu estava arrastando havia recebido um beijo de minha princesinha. Os feitiços que eu havia lançado de proteção haviam sido executados corretamente, como era de se esperar. Atrás de uma enorme cerejeira estava a criatura que eu guardara para minha fuga. – Olá Negrinho... – Disse ao testrálio que nos aguardava. Coloquei o garoto em cima dele e ele levantou vôo tranquilamente. O testrálio sabia o lugar certo de pousar e o garoto Uzura estava abobalhado e iludido, por isto não tentaria fugir em pleno vôo.

Ao voltar ao local de combate pude ver a resistência dando socorro aos sobreviventes e tentando conter o fogo. O meu alvo ainda estava ali e pessoas indesejáveis ainda teriam que perder suas vidas naquele lindo fim de tarde.

Spoiler:
 
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Jose Silva

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Sab Out 16, 2010 5:31 pm

O meu filho não! – Philip Collins ouviu a voz de Fábio, embora talvez ele tenha pensado ter sido uma ilusão muito vagamente. Quando voltou ao local em que estava antes não era mais possível ver Júpiter e os pais, apenas mais uma dragão desacordado. Seu querido Viper estava sob escombros.

-E sabe o que mais Phil?

-Olá Collins, lembra-se de que eu disse que nenhum pai pode morrer se tiver os filhos pequenos? Parece que eu estava certo! – O homem virou-se, embora fosse muito tarde e o mesmo já tivesse caído de cara no chão. Mas se ele pudesse ver, enxergaria um Fábio completamente negro.

O sorriso do homem havia desaparecido e uma aura de dar medo o cercava. Ainda como se estivesse vivo era capaz de atingir os corpos e materiais presentes, embora Philip soubesse muito bem que a morte havia trazido mais do que a imortalidade a Fabio. Ele havia devolvido a memória de Leon completamente.

Obrigado Collins... Fantasmas não morrem! Agora eu vou tirar toda a sua sanidade meu querido! AAHH Aliás, NUNCA, que o refrão de Bilie Jean será Black or White. Ce é burro ou quer um real? ... O Fantasma desapareceu pela parede voltando ao ponto em que estava antes no salão por alguns segundos e se pode ouvir a voz de Fábio por todo aquele lugar:

- EU APONTO PHILIP COLLINS ESCONDIDO NAS SOMBRAS COM UMA VARINHA! ... A FILHA E OS AMIGUINHOS DELE ESTÃO ENVOLVIDOS NISSO!

- Fábio voltou ao local onde se encontrava Phil. Fugindo talvez, embora agora fosse uma missão difícil para ele, já queee... Ele teria um fantasma dedando-o a todo mometo.

- Aiai, deixa ver... Você quer poupar o sofrimento e a sanidade agora ou quer tentar se livrar de mim? .. Hum, sabe que eu adorei Ghost? Acho que vou imitar só para ser irritante.. Diz tchau pra sua sanidade Phil! ... – E assim comecou (ou não) o inferno de Philip Collins, com... Vamos dizer que ele nunca mais iria ouvir a boate azul de novo.

Off: Essa é a boate azul *-* Off
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Sarah Windsor Collins

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Sab Out 16, 2010 6:39 pm

~X~~X~
"Outcome?"
…"Desfecho?”…
É claro que Xamus não esperava que eu o beijasse, na verdade nem eu mesma pensei que faria, apenas fiz. E pela reação dele não lhe causava repulsa alguma, pelo contrário, correspondeu como se sentisse afeto por mim. Quando me afastei novamente, ele levantou-se e estendendo sua mão ajudou-me a ficar em pé também. Ele começou a falar sobre Orion e a tal organização, ele era esperto, apesar de não ter ouvido a conversa que o vampiro teve comigo, deduziu sobre o quê era, e qual foi minha resposta. O que me provava que ele também fazia parte de toda aquela organização misteriosa.

Eu conhecia os princípios sim, o que a propósito ia contra todos os meus atos, e tudo o que pensava até então. E apesar de ter aceitado entrar, ajudar o outros ainda não era uma de minhas metas para o dia. Mas antes que eu pudesse protestar, ele me puxou pela mão de volta ao tumulto do Salão. Ao chegar-mos lá, ainda havia Dragões cospindo fogo e atacando a todos, mas podia-se ver alguns deles abatidos, espalhados pelo Salão, seja envoltos numa poça de sangue - obra de Orion e sua espada provavelmente -, ou apenas caídos no chão, agonizando.

Já não havia mais apenas alunos lutando, um esquadrão de aurores se juntara ao grupo atacando os Dragões, e os que não atacavam - provavelmente domadores - tentavam controlar as criaturas. A presença deles ali, só indicava que o Ministério já havia sido informado sobre o ataque, e tomara as devidas providências. Estaria tudo acabado? Não era isso que Orion queria? O equilíbrio entres as forças do bem e do mal. O bem já já não estava mais em desvantagem. Eles não precisavam da minha ajuda para continuar estragando os planos do meu pai. E mesmo se precisassem, ainda tenho dúvidas se ajudaria.

Xamus me deu um selinho e entre outras coisas disse que gostava de mim, mas não gostei de suas últimas palavras - ...Mas se você está com Orion e eu, vai ter que mudar um pouco certos pensamentos seus... - eu teria que mudar meus pensamentos? Eu havia sim concordado em parte com as idéias de Orion, principalmente o fato de manter a linhagem do meu pai no poder. E quanto ao equilíbrio entre a “luz” e as “trevas”, acho que você consegue adivinhar que lado tenho tendências para torcer. Em momento algum disse que ajudaria, minha parte era apenas não interferir.

Quando percebi Xamus já havia se afastado,e o vi enfiando a espada agressivamente no olho de um Dragão, ele estava perto de Orion e parecia querer respostas. Ao ver mais um Dragão ser morto lembrei-me de Víper, e me preocupei, será que ele também fora morto? Meus olhos pecorreram o local, a procura pelo Dente-de-Víbora Peruano, a menor de todas as criaturas. O encontrei caído sob alguns escombros, acabara de acordar e tentava se levantar, vi um Auror pronto para atacá-lo. Não pude me conter, ele podia matar qualquer Dragão presente ali, mas não aquele, não Víper, pois pertencia aos Collins.

- Estupefaça! – o auror caiu estuporado no chão, andei até onde estava caído e parei ao seu lado o olhando por um segundo. Ergui a cabeça e de longe vi Xamus me olhando, não consegui decifrar a expressão em seu rosto. Não sabia se era de decepção ou surpresa, mas de uma coisa tinha certeza, atacar um Auror pelas costas, não era uma atitude que se encaixasse nos padrões morais dele. O olhar dele me fez me sentir mal comigo mesma, me fez lamentar, não pelo que fiz, mas por talvez ter decepcionado Xamus.

Lembrei que precisava tirar Víper dali, se não acabaria sendo morto. O livrei dos escombros com um feitiço. Ao ser ver livre, queria comer o Auror – Hoje não rapaz. – falei dando palmadinhas em sua cabeça. Ele provavelmente não seria o único Dragão a querer fazer um petisco, e se o Auror continuasse desmaido e exposto no meio do Salão, com certeza morreria. Por um momento até pensei em tirá-lo dali e colocá-lo num canto mais seguro. Mas decidi deixá-lo ali mesmo, tinha certeza que um Auror faria o mesmo com um Comensal.

Estava disposta a ir embora dali, não iria ajudar niguém. Os que eu tentara ajudar no começo já não estavam mais lá, só Alisson que por acaso estava perto, ainda continuava sentado no chão sob proteção mágica. Paracia enfraquecido por ter usado o poder da “Flauta Mágica”. Olhei para ele com um sorriso incontido – Dragões demais pra você consegui controlar priminho? - ignorei o que quer que meu primo vidente tenha dito, e voltei a olhar para Xamus ao longe. Ele parecia triste comigo e uma dor atingiu meu coração – Sinto muito... – apesar dele não poder ouvir, tinha certeza que ele entenderia o que eu disse. Era a primeira vez que eu pedia descupas sinceras para alguém.

De repente vi algo que me deixou chocada, a aparição de meu pai, não acreditava que depois de tudo ele ainda estava no castelo, como ele aparecia assim com local cheio de aurores? Meu sangue gelou quando o vi confundindo Xamus e o arrastando para fora do Salão. Pensei em segui-lo mas já era tarde demais, esperei ele voltar e corri ao seu encontro – Onde está Xamus papai! Para onde o levou? – meu medo era que o garoto já estivesse morto, mas meu pai me acalmou disse que ele estava bem, não quis revelar onde o havia escondido, pois sabia que eu iria atrás.

O olhar dele estava fixo num alvo a sua frente, vi ódio em seus olhos então entendi tudo, Orion era outro traídor que ele queria eliminar. Me deu um beijo na testa e mandou que eu saísse dali – Eu vou, se me prometer que não vai matar nem ferir Xamus. – falei firme e decidida, recibi a resposta dele com um sorriso de satisfação, sabia que meu pai não mentiria para mim. Me virei e corri de volta á Víper, montei em suas costas – Vamos Víper! – ele então levantou vôo saindo pelo enorme buraco no teto, do alto podia ver o restante dos Dragões – os sobreviventes – se afastando do castelo tomando várias direções, batendo suas enormes asas para bem longe. Enquanto me afastava, ainda pude ouvir uma voz grossa berrando, só consegui dicernir o nome Philip Collins e “filha”. Seja o que fosse, acusações ou não, eu já estava bem longe para surti algum efeito sobre mim.





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Emily Clementine Vanckock

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Sab Out 16, 2010 8:42 pm

Há pedido do antigo Ministro da Magia, Gray Dolohov, eu larguei meu plantão no St. Mungus e aparatei o mais próximo possível da Academia de Magia de Legilimência, que naquele dia completava mil anos de fundação. O aniversário pararia o mundo bruxo por completo, mas como minha presença não faria muita diferença eu preferi ficar com meu plantão e dedicar o meu dia a alguns pacientes com danos mágicos irreversíveis, um pouco de dinheiro a mais no final do mês também era uma condição nada má.

Com trajes de enfermeira e varinha em punho cheguei ao interior de Pernambuco. Ao longe via as chamas tomar contar de tudo, das serras e colinas, da floresta e até mesmo do castelo, que despencava pedaço por pedaço. – Merlin, o que está acontecendo aqui?! – Indiguinei-me e me pus a correr em direção as chamas. Minha formação como auror não era muito boa, já que apesar de ter muita coisa teórica nunca cheguei a exercer a função, sou completamente sem prática e por isso dediquei-me a enfermagem. Não sei se poderia ajudar muito em relação às chamas e a quem ou o que as causaram, mas se houvessem feridos, e eu sei que havia, eu trataria deles.

Enquanto estava correndo vi uma enorme fera passar voando por cima de mim, coisa de uns 4 metros de altura e era um lagarto realmente grande. – Estupefaça! – Lancei o feitiço estuporante que o atingiu em cheio e de nada serviu, nem mesmo uma balançada o fez dar. – Merlin... Um... Dra... Dragão! – Balbuciei. Um dragão na AML? Tudo de ruim acontecia naquele lugar, ataques, invasões, mortes, mas um Dragão no Brasil? Era um fato inédito, já que neste país nunca ouvi relatos de tal criatura.

Quando enfim cheguei percebi que os danos não haviam sido feitos por apenas um dragão, pois no chão havia cerca de uma dezena deles abatidos. Eu tive medo. O que teria feito eles voarem até ali? Quem havia tido tanta força para derrotar tantos dragões? Os feridos certamente seriam centenas, já que foram convidadas pessoas de todas as partes do mundo e todos os alunos-mestiços do instituto de Anders também estavam ali. – Ah Merlin! Não me diga que minha Hannah está aqui, não me diga mesmo... – Se tem uma coisa que me tira do sério é saber que minha querida sobrinha-mestiça esta em perigo.

Fui caminhando chocada e encontrei os primeiros feridos que eu ajudaria. O meu principal papel naquele momento era ajudar quem estivesse mais próximo e foi o que eu fiz, como uma boa e prestativa funcionária do Ministério da Magia brasileiro. Certamente Hannah estaria bem, ela é uma garota bastante dedicada e não se colocaria num palito de churrasco e ficaria a mostra para que os dragões lhe pegassem. No mínimo estava escondida em algum lugar confortável, quente e seguro, esperando noticias e o momento certo para sair.
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Alisson Collins Lancaster

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Sab Out 16, 2010 9:08 pm

Tudo acontecia tão rápido, coisas que fugiam e ai alem da compreensão do jovem e talentoso vidente. Pessoas que agonizavam o fogo que consumia e destruía tudo ao seu alcance, uma cena terrível e lastimável. Sim, o jovem já passara por momentos piores que aquele, mas havia uma grande diferença as pessoas que ele amava estavam do seu lado, e desta vez eles eram os grandes culpados. A morte não causava pânico a ele, já se tornara comum. Miranda e tantos outros que morreram para defender aquele castelo, que estava sendo destruído por egoísmo e burrice de um ditador, e por mais que tentasse o Collins não conseguia sentir ódio do seu tio, de seu padrinho. Alisson se sentia impotente naquela situação, a única coisa que gostaria era sumir, evaporar, ir a Oiapoque. O ministério não tardaria a chegar, e através de sua clarividência ele via uma Academia renascendo das cinzas como uma fênix, mas com grande dor.

O esforço dos alunos era formidável e encorajador, Luna Farrel a destrambelhada de coração nobre e valente, uma verdadeira representante da Brave. Lilian um poço de bondade e compaixão que não media esforços para ajudar. Até mesmo combatentes da Obskurní eram vistos, mesmos no seu egoísmo a vontade se mostrar a prova, revelavam o seu caráter. A Hakí tinha grandes mentes, que sabiam de feitiços desconhecidos pela maioria, a inteligência que se fazia força. O animo de luta e vontade de viver, o empenho das quatro casas mostravam que o amor a AML superava o egoísmo e o medo, muitos poderiam sim estar bem longe naquele instante, mas preferiram ariscar as suas vidas, pelo bem maior. A academia já não existiria se não fossem por seus nobres e corajosos, perseverantes, bondosos, talentosos e sábios alunos.

As forças do ministério acabavam de chegar, um batalhão de aurores e domadores que começavam a controlar a situação. Alisson recuperava suas forças, mas ainda não era capaz de controlar nenhum Dragão, mas não seria preciso as forças ministeriais dariam conta de tudo. O que mais preocupava Alisson era o que fazer? Que posição tomar depois deste evento? E obvio que a AML sofreria intervenção do ministério isto era certo, Sarah e o Lestrange não poderiam, mas pisar naqueles terrenos por tão cedo. Aconteça o que acontecer ele iria ficar e proteger com a sua vida se fosse preciso a AML. Em meio a tantos pensamentos o garoto e despertado pela voz da garota da Brave. Que parecia não compreender a situação ou não escutara direito as suas palavras, quem era egoísta? Alisson podia ser tudo, menos egoísta.

Logo depois a guerreira mais bela e que não descia do seu salto nunca, a talentosa joiena aproximara-se do vidente que a escutara com muita atenção. -- ótima idéia querida, agora vá preciso terminar o que comecei.Ele saiu relutante e lançou um feitiço de proteção ao meu redor, precisaria me recuperar ou poderia ser tarde demais. Alisson já se sentia bem melhor, quanto Orion apareceu oferecendo ajuda, Alisson mantendo toda a frieza em sua voz respondeu. – Não preciso de sua ajuda, já sobrevivi a muitas coisas, e não será Dragões que irão extinguir a chama da vida que arde em meu peito, agora suma, seu miserável. Alisson afastou-se do mestiço e continuou seu caminho, ajudando os feridos e conduzindo-os a locais seguros.

O garoto observa a luta contra os Dragões que restavam, não queria que eles fossem mortos. Até porque eles estavam sendo controlados por outros e não agiam por vontade própria. O garoto novamente pegou sua flauta e uma melodia suave começava a espalhar-se pelo salão aclamando os dragões que deixavam os domadores os prenderem, mas para sua surpresa os três que restavam estavam indo embora, ordens do Lord Coliins, e mesmo sendo difícil de acreditar parecia que por trás da couraça havia um coração. Alisson observava Sarah fugir e suas ultimas palavras foram grossas e carregadas de sarcasmo, o garoto não se importava, a única coisa que importava naquele momento era a vida. A sua, a de todos os inocentes que continuamente derramavam seu sangue em honra de suas casas.
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Richard Pelegrini Collins

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Sab Out 16, 2010 10:01 pm

~ Contenha seu sangue ; nosso sangue

Meu coração estava batendo muito forte, como não batia há bastante tempo, eu nem me lembrava que possuía um coração. O medo fazia eu me arrepiar como um gato assustado, instinto secreto de uma criatura com medo do predador, que ali eram apenas 15 dragões *--*.

Peguei Ivana nos braços e imediatamente voltei correndo para o local onde Hanny estava me dando cobertura. Ela atacou um dragão que vinha em nosso alcance e colocou uma pedra em nossa frente para nos defender das chamas que acabavam de serem lançadas. – Diffindo. – Ataquei-o com sucesso na primeira oportunidade que tive, assim que as chamas cessaram. – Não acredito que eu consegui! – A voz saiu tremula e bastante baixa, mas por dentro eu me roia de felicidade. — Dra-gão... - A pobre da Ivana tremia de medo nos meus braços e eu fiquei mais confiante e corajoso, precisávamos sair os três vivos daquele lugar.

Hannah em desespero me puxou para o centro do Salão Principal, onde os maiores e mais cruéis ataques estavam de desenvolvendo e ao ser puxado eu deixei Ivana para trás, não consegui a segurar. Mas por sorte a garota entrou em um buraco que dava ao corredor do lado direito, um corredor que ia parar nas estufas de herbologia e se usado corretamente também dava acesso às masmorras, junto com Ivana foram também algumas outras crianças que foram jogadas por Hanny. A garota Vanckock lutava com fúria e vontade de viver, estar ao lado dela era contagiante e eu não podia decepcioná-la. Não existia tempo para decepcioná-la.

Enquanto a garota estava em uma tentativa sem talento de conjurar um patrono eu vi um dragão indo furiosamente em sua direção e tentei evitar sacudindo violentamente a varinha e sem saber que feitiço seria útil. – CUIDADO QUERIDA! – Agitei tanto a varinha que segundos antes do dragão pisar exatamente no local em que ela estava eu a arremessei para longe com um jato de ar quente. Ela caiu sobre uns móveis quebrados e logo em seguida se pôs de pé, antes uma namorada machucada e com ódio por ter sido ferida pelo namorado que uma namorada morta.

Cheguei perto dela e juntos vimos que não existia mais nada que pudéssemos fazer ali. Desviamos de algumas pedras e fomos protegidos de outras por alguém do ministério, que estava no evento como um convidado de honra. A destruição era enorme e anormal, o lugar dos meus sonhos estava completamente arruinado, todos os belos lugares que me traziam belas lembranças, TUDO exatamente TUDO estava destruído e nada e nem ninguém poderia mudar aquela realidade.

O teto começara a cair e íamos direto para as masmorras se não fosse um pedaço enorme de concreto que caíra em nossa frente, um pedaço se desprendeu e voou sobre nós atingindo Hanny e a cortando de leve no braço. Ambos estávamos no chão caídos, o corte não era nada muito sério já que o vampirismo tornava nosso corpo muito mais resistente que qualquer outro. – Eu não sei como... Como fazer isto fechar meu amor... – A sinceridade era uma das minhas características mais fortes e verdadeiras, sou péssimo com feitiços e não seria eu quem a ajudaria.

– Você sabe como fazer isto parar de sangrar não sabe Hanny? – O sangue dela fazia meu corpo ficar inerte, o desejo de por meus lábios e cravar meus dentes em seu braço começava a aumentar cada vez mais. Eu estava enlouquecendo de vontade e não me controlaria se aquilo não cessasse logo. Nenhum outro sangue no salão me provocava algo nem ao menos parecido.

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Philip Lestrange Collins

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Sab Out 16, 2010 11:00 pm

Olhei o céu e não avistei Víper, e nem mesmo a galinha voadora dele. Onde estariam as criaturas?

Andei alguns metros e passei por alguns escombros até ver meu sobrinho Richard e sua amiguinha sentados no chão, com aparência de exaustos. – Sempre metidos no que não é da conta de vocês, não é mesmo? Acabarão morrendo por burrice! – Continuei andando, não queria resposta, aquilo não era uma provocação, era uma dica. Víper estava caído a minha frente, eu fui correndo conferir se o meu dragão ainda tinha vida e chegando lá agradeci a Merlin por ele estar apenas desacordado. Em sua boca encontrava-se a galinha morta, estilhaçada. Certamente após ter acabado com a raça daquela criatura patética ele fora atingido por algum feitiço estuporante lançado pelo outro pai de Júpiter, o qual eu não me recordo o nome.

Sarah viera correndo ao meu encontro, ela estava do outro lado também cuidando de Víper e seu objetivo agora era saber sobre o garoto que tinha beijado. – Ele está bem minha princesa e ainda vive, fique calma. – Eu sabia que tirar o garoto de lá mexeria muito em tudo que estava acontecendo, e seria a maneira mais fácil de também tirar Sarah de lá. – Saia daqui com nosso dragão querida. Não podemos perdê-lo, entende? – Dei-lhe um beijo na testa como despedida. E ainda assim ela continuava a pensar no “namoradinho”. – Vá Sarah. Confie em mim querida, não lhe decepcionarei jamais! – Enfim ela acreditou e tomou seu rumo, pelos céus.

A sequência de dados bizarros e constrangedores que aconteceram foi inédita. O fantasma do Fábio realmente estava convicto de que eu estava querendo fugir? Se fuga fosse uma opção em meus planos eu teria ido no testrálio junto com o garotinho Uzura, ou fugido antes mesmo que os dragões chegassem como pedi a Lara e Sophie que fizessem. Fui posto ao chão por um golpe de fúria do fantasma, a fúria fora tão grande que seu golpe atingira meu corpo físico e eu verdadeiramente estava no chão.

- Você acha mesmo que minha intenção é fugir desses aurores? – Debochei do fantasma equivocado. – Você também acha que eu nunca tive problema com fantasmas antes? Você não é um problema para mim Fábio, não mesmo. – Na minha mão direita, no dedo central existe um anel de madeira negra com uma pérola negra centralizada. – Você vai ter uma eternidade sombria e atormentada por todas as minhas maldades meu amigo! – Apontei o anel para ele esfregando os dedos, fazendo com que ele fosse ativado. A pérola negra brilhou e instantaneamente o fantasma desaparecera de minha frente. Levantei-me e dei um beijo de leve no anel que agora não tinha mais sua pedra brilhando tão intensamente. – Eternos pesadelos te esperam!


Onde estariam os sobreviventes do abate que Víper fizera? Eu iria matá-los assim como matei o Fábio. Eu como um Lord bom e piedoso não deixaria que eles sofressem a morte de um ente TÃO QUERIDO POR TODOS. Sede de vingança, sede de sangue, o Sr Lestrange entrara em uma personalidade que a muito não era vista, uma personalidade que fora ofuscada quando a burra e tola Lancaster morreu acidentalmente para proteger o mundo bruxo. Assim como toda mulher portadora do Talismã do Destino da Brave fez.

Mas o meu alvo principal mesmo ainda era Orion Nosferato, o anjo caído. E fui direto a ele, antes de ir exterminar Júpiter e seu outro papai. – Incarcerous! – Bradei o feitiço que envolveu completamente Orion, que agora caíra no chão se debatendo. – Seu animal imundo! O que pensa que está fazendo hein? – Não que eu estivesse me iludindo que meu feitiço iria o segurar por muito tempo, já que o próprio manipula uma força imensa e uma espada incrível. Também sabia que não podia matá-lo por sua condição de imortal e demônio, mas ele poderia me matar em questão de segundos, e isto não me fazia ter menos coragem. Nada ali era suficiente para me por medo, já que minha querida Sarah fugira e levara com ela o que tornava os Collins ainda nobres, todo o tesouro da família Collins [Víper, título de nobreza, o Talismã do Destino de Obskurní e a linhagem sanguínea perfeita e intocada: sangue-purissimo].

E se aquele fosse o meu fim, ela certamente me vingaria.
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Jose Silva

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Dom Out 17, 2010 12:31 am

Por algum motivo estranho e alheio aos leitores Philip Collins não conseguiu se livrar do irritante fantasma por tanto tempo.
Imagine o susto de Philip Collins ao notar uma voz familiar atrás dele, perguntando se iria suicidar-se.

E enquanto Philip vai para a luta eu contarei o que aconteceu para Fábio escapar do anel.

-Europa, ??? anos atrás.-

-Vamos deixar uma pista falsa, a policia vai pirar e ninguém nunca vai descobrir nada! A gente deixa uma digital na porta, tranqüilo, ta de boa Phil...

-Léo, ce ta sendo irritante, eu só quero ir pra casa! – Eram dois rapazes novos, deveriam ter entre 20 e poucos e 37 anos, embora não parecesse, e de fato tinham mesmo estas repectivas idades aproximadamente, embora isto não os atrapalhasse. Os dois pularam os corpos recém abatidos daquela família de quatro pessoas. Não era difícil ver o entusiasmo no rosto deles, afinal de contas a vida de adrenalina de um assassino é sempre interessante.
Leon virou-se para o amigo que acabava de retirar algumas jóias do cofre da família.

-Irmãozinho você ta se rebaixando muito, isso é latrocínio, tem medo dos fantasmas ficarem revoltados e puxarem teu pé de noite não? ...

-Você fala e faz muitas besteiras Leon, um dia acabará fazendo com que eu te mate de tanto ódio.

HAHAHA! Você não mataria nem uma barata Phil, você não tem coragem. Mas se um dia o fizer eu quero que toque Billie Jean no meu velório. Pode ser?

Billie Jean? Que gay Fábio. – E os dois caíram na risada. Quando voltou a falar, Leon fez uma citação ao nome que Philip havia falado distraidamente enquanto olhava para um dos colares.

Fábio? É, ta aee um nome que eu não usava nem sob tortura! De onde tirou esta porcaria? De uma aliança? Relaxe Phil, venha aqui, eu vou te dar um anel. – Leon não esperou resposta e enfiou o anel na mão de Philip antes que ele pudesse para-lo e depois sorriu de forma misteriosa.

-Considere como um presente, eu o fiz pros fantasmas não me encherem, mas parece que a minha cara já está a tapa... Então é a ultima vez que nos vemos Phil... Sorte! – E dizendo isto, Leon desapareceu num estalo, deixando um jovem Philip sozinho com os corpos e uma pequena caixa de jóias.

- Presente –

Amorrr, não seja tão tonto, o motivo de porque não se coloca o engenheiro da cadeia preso nela é porque ele sabe sair! Desafia a minha inteligência não, ce é mais esperto que isso, e se você morrer eu juro que te perdôo... Ou não! – Fabio então afastou-se de Phil. Ele iria assistir ao duelo de camarote.


Última edição por Jorge Amado em Dom Out 17, 2010 12:00 pm, editado 1 vez(es)
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Orion Nosferato

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Dom Out 17, 2010 11:47 am

Existe uma coisa chamada Áurea, a mesma e sinônimo de vida ou existência. Quando Xamus foi levado, senti a Áurea dele se afastar. Não poderia estragar meus planos por um garoto, mesmo que ele fosse muito útil e raro, e alem do mais Sarah iria protegê-lo.

Preocupei-me em finalizar os dragões, quando me virei senti cordas me prenderem, cai no chão. Ao me virar me deparei com o Lorde das trevas. Sorri. Uma voz de dentro de mim no caso a de Cirius, me pedia para ele resolver o problema, mas achei melhor eu mesmo resolver, somente peguei um pouco de força emprestada com ele, afinal ele me devia. Músculos se dilataram de meu corpo, cresci praticamente um metro a mais do meu tamanho, Uma áurea marrom me envolvia, as cordas se romperam facilmente, me levantei a tirei a poeira do chão e me dirigi a Philip.

-O que eu estou fazendo? Colocando Ordem nesse mundo... Vou deixar claro, primeiro, Nunca pedi o cargo de general e nunca disse que iria te servir. Segundo o mundo e dos, mas fortes, eles decidem, meu nível de força esta em um patamar muito mais avançado que o seu. Eu o intitulo lorde das trevas, sua família vai ficar para sempre no poder, mas vocês vão se limitar as trevas e nada mais. A luz também será limitada, e eu vou estabelecer um equilíbrio. Eu tenho contatos, esses fazem parte da The Black Label socity (Sociedade do Lacre Negro). E se você acha que vou pegar leve porque você esta com Xamus... Está enganado...

Consegui libera minhas presas e meu olho fica vermelho, com as mãos pego uma arvore seca e queimada e arremesso na direção de Phillip. O mesmo explode a arvore mais quando ele me vê, não estava mais em sua frente, então Phillip só ouve uma palavra.

-Reductor.

Eu estava atrás do Lorde, à velocidade era surpreendente que eu conseguira com Cirius. O núcleo da varinha de Phillip explodira com a pronuncia da magia, a varinha sem um núcleo era bem inútil. Com minha velocidade começo a ficar na frente, no lado esquerdo, direito, atrás, nas diagonais e qualquer canto de Phillip, a velocidade era tão grande que não dava para me ver muito bem. Senti Phillip um pouco tonto e assustado então ainda usando dessa estratégia falei.

-Se eu usar minha velocidade em um raio de dez metros eu posso realizar algo que eu chamo de Shumpo. A velocidade e tão grande que e quase a mesma coisa que aparatar, mas isso só é possível em um raio de dez metros. Se passar disso vai demorar a chegar um pouco mais do que se eu aparatasse. Veja bem... Você e sua família estarão para sempre no poder, só vão estar limitados a ser aquilo, mas nada. Caso recuse a proposta matarei você agora e colocarei outro no lugar... Mas seria um desperdício... Mas se aceitar eu garanto a segurança de sua vida e de sua família, e garantirei que sua família continuara no comando. O que acha?

Eu continuava “aparatando” usando apenas minha nova habilidade o Shumpo. Muitos alunos estavam com falta de ar só de sentir a força espiritual que me foi concedida. Minha espada continuava em minha cintura.

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Lilian M. Humbermann

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Dom Out 17, 2010 4:18 pm

~X~ ~X~

A desgraça, Será o fim?


Graças a Merlin, Hayden não demorou muito até aceitar que deveria levar mais alguns alunos para o salão comunal, sabia que o meu irmão não conseguiria ficar lá muito tempo, a salvo com os outros alunos, tinha um pequeno instinto suicida, assim como eu, que ao em vez de estar indo com ele, estou lutando contra dragões. O pior não era isso, a minha preocupação com todos, principalmente a AML em si, sabia que a maioria dos alunos ali, tinham capacidade de conseguir salvar as suas vidas, mas a minha escola, o lugar que eu tanto adoro estava sendo destruído por dragões assassinos! Com a varinha em punho, vi Hay sair juntando alunos, o ajudei , dizendo para alguns. Puxei Hay pela mão, novamente, dizendo num sussurro no ouvido dele - Leve a Luna Lancaster com você, aquela garota lá Apontei o dedo. E ele fez o que eu pedi.

Voltei a minha atenção para os dragões, que lançavam fogo em tudo que viam pela frente, minha unica reação ela pegar a varinha dizendo - Aqua Eructo ! Apagava as chamas que os dragões criavam pelo castelo. Olhava em volta vendo o castelo todo aruinado, o lugar que eu mais amei, dês que cheguei aqui a quatro anos atrás. Percebi aurores começarem a chegar no castelo, e lutar contra os dragões, também, alguns deveriam estar inconcientes, mas não por muito tempo. Alisson queria continuar a lutar, e eu também ia fazer isso bravamente, não poderia deixar ninguém morrer, eu sair muito ferido, ouço a resposta de Alisson, para orion e dei um sorriso. Sempre tive um pouco de medo do Orion, acho que é isso que ele queria, que todos sentissem medo dele, como se fosse um monstro, mas ficar a li e nos ajudar, mostrava que ele nem era tão ruim assim. - Wingardium Leviosa! Com força trazia algumas pedras para a frente de dois meninos que estavam a chorar.

Quando dei por mim, vi Sarah indo embora, montada num dragão, o dragão da família Collins. Senti o meu coração apertar novamente, o que me dava a certeza de que ela tinha algo a ver com isso de algum modo, ou de outro. Quando eu me encolhi num canto, percebo uma voz falando perto de mim, senti meus olhos escorrendo de lágrimas, por vê-lo bem, mas ainda na zona de perigo, abracei o meu irmão mais novo, com carinho e preocupação, enquanto sentia as lágrimas descerem queimando pelo meu rosto, num gesto involuntário. Coloquei a mão sobre o rosto dele dizendo rápido, e um pouco desesperada – Haaay! Você ta bem? Volte pro salão comunal! Você não pode ficar aqui, vai se machucar... volte! Dizia, cortando toda tentativa de negação dele, até que Hay segura o meu braço dizendo olhando dos meus olhos, com uma coragem que eu não sabia da onde ele tirava naquele momento - Lily, eu vou lutar com você, não posso deixar nada te acontecer. Sem conseguir falar mais nada, sorri meio boba, ele tinha o mesmo sentimento de preocupação, mas entendia que eu não podia sair dali, e deixar o pessoal morrendo sem fazer nada, então eu tinha que entender que ele não podia me deixar sozinha nessa.

Com o mesmo sorriso no rosto, mesmo estando no meio de uma destruição em massa, o puxei pela mão dizendo - Vamos lá! Começamos a apagar um pouco o fogo, lançamos feitiços nos dragões. Quando eu dei por mim, vi Orion e Philip, num espécie de duelo, não conseguia ouvir o que eles falavam, mas sabia que não deveria ser nada de bom, aurores chegam a todo momento, se realmente o Diretor for o Lord das trevas? Ele estaria perdido. Não, neste caso morto, ou preso. Agora eu só imaginava como Sarah reagiria a isso tudo, provavelmente ela iria ficar chocada. Lá estava eu pensando nos meus amigos novamente, quando a escola estava sendo destruída. Sem conseguir conter as lágrimas, enquanto lançava os feitiços, tentando amenizar o estrago inreversivel que a escola tinha sofrido. Provavelmente agora teríamos que fechá-la por um bom tempo, até recontruir tudo e conseguirmos que os pais tenham segurança em colocar os seus alunos estudando na Academia novamente. Percebi a coisa ficando um pouco tensa, pro lado em que estavam, o Diretor e o Orion. Puxei Hay pela mão, para nos escondermos, um pouco. Ainda chorando, mas um choro silencioso , de dor, repulsa, pena... e tantos ao mesmo tempo que nem sequer conseguia descrevê-los.
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Philip Lestrange Collins

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Dom Out 17, 2010 5:29 pm

- Colocando ordem neste mundo? Pois mude seus conceitos Orion. – Iniciou o Lord das Trevas. – Não peguei o Uzura para que você pegasse leve, só que os meus planos para o garoto são enormes e você não vai me impedir! – Que Orion estava em um patamar de poder muito mais alto que o próprio Lord era inegável e o próprio já sabia disto antes de desafiá-lo. Ao se soltar, o anjo caído pega uma arvore queimada mais próxima que vê e atira em minha direção. – BOMBARDA MÁXIMA! – A árvore em chamas tornou-se mil pedaços pequenos de carvão e cinzas.

Seguido ao arremesso da arvore eu recebi um reductor, que acertou em cheio minha varinha. A varinha começou a soltar faíscas coloridas e a tremer, logo depois parou de vez, mas eu tinha certeza que aquele não era o fim de meu núcleo de fio de cabelo de veela, pois ela [a varinha] já passara por feitiços piores e resistiu.

Ameaças e mais ameaças foram lançadas a mim, a proposta que o Orion me fez era ridícula e certamente eu como um Collins JAMAIS aceitaria. – Vai me matar Orion? Você sabe que não conseguiria assim tão facilmente. – A velocidade dele era incrível, assim como sua força fora do comum. Concentrei-me em sua face e calculei o tempo que levaria para ele passar quase esbarrando em minha novamente. – Estupefaça! – Gritei no momento que achei que ele seria golpeado, mas não deu muito certo, meu feitiço passara direto pelo vento que ele fazia ao se mover e atingiu uma pilastra do castelo que ainda estava de pé, até aquele momento.

- Digamos que seja uma covardia de sua parte ficar usando habilidades que eu jamais poderia me igualar. – Ataquei-o verbalmente sem medo. – Se quer realmente me matar deveria fazer isto o mais rápido possível... Ou dar oportunidade para qualquer outro daqui que o queira fazer o faça. – O que mais existia ali agora eram pessoas me caçando, inclusive os que eu não queria mais vivos. Porque eu não ia embora? Não estava na hora ainda, tinha que esperar a confirmação de que todos os ataques deram certo e não somente o do castelo de Legilimência. Sim diversos ataques estavam sendo feitos naquele momento em todo o mundo bruxo.

- As trevas ganharam por hoje Orion, sinta o poder, sinta as artes tenebrosas tomando a maior parte da balança e a fazendo pender para o nosso lado. – Um sorriso se estampava em meu rosto e eu estava pronto para o que viesse dele, por isto o provoquei ainda mais: - E terei que te dizer que hoje você não pode mais fazer nada para mudar isto meu querido...
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Orion Nosferato

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Dom Out 17, 2010 8:44 pm

Vi uma magia quase me acertar, fiquei impressionado por ele ter quase me acertado, calcular perfeitamente onde eu estaria era algo muito difícil até mesmo para Phillip
.
-Se você não consegue igualar-se a mim não passa de um fraco. E sinto informar, mas não ganharam Lancaster não foi seqüestrado, dei meu jeito para que nada demais acontecesse, só espero que tenha ocorrido tudo bem. Você acha que tem tudo sobre controle... Aprenda a não me subestimar...

Apareci na frente do Lorde e segurei sua mão com a varinha, quebrei a mesma sem fazer muito esforço, peguei o resto da varinha e esmigalhei, Dei um peteleco em sua testa, mas não era um simples peteleco, era um peteleco de Orion, capaz de atordoar mais que um estupefaça.

-Incarcerous.

Cordas prenderam no lorde que caia no chão, peguei o mesmo e coloquei em meus ombros. Ele com certeza deveria estar morrendo de Raiva, Aurores crentes que eu iria dar de graça o traidor, mas em vez disso sai correndo até fora das propriedades do castelo e fui seguindo o rastro da áurea pequena de Xamus que estava bem longe, algumas Horas seriam gastas para chegar ao local onde estaria Sarah e Xamus, mas o esforço valia apena, depois de percorrer alguns quilômetros com o Lorde em minhas costas com cordas e uma mordaça em sua boca, senti a áurea em um lugar mais próximo e reconheci, fui correndo o mais rápido até chegar ao local. No caminho ainda falei.

-Desculpe tive que acabar com isso logo, não se preocupe vou trocar você por Xamus vou te dar uma chance, melhor se comportar. Aprenda que eu posso finalizar tudo quando eu quiser, eu posso dominar o mundo... Sabe por quê?... Eu não dependo de uma varinha para lutar, eu posso destruir um exercito de bruxos só com minhas mãos, Não dependo de uma varinha fútil.

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Hayden M. Humbermann

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Seg Out 18, 2010 11:01 am

The End? Or Just the beginning?

~x~~x~
A luta contra os dragões estava incessante, a única coisa que eu usava era “Aqua Eructo” enquanto minha irmã usava feitiços mais fortes para tentar parar aqueles dragões de qualquer maneira, mais se tratava de dragões, nada que a gente usava era bom o suficiente. Comecei a me desesperar, mais tentava manter a calma a todo custo, eu estava com Lily e prometi que cuidaria Dela, mais como faria isso se mal conseguia me concentrar em me manter vivo. Derrepente um arrepio percorreu o meu corpo, mais já era tarde demais, um dos dragões havia queimado minha perna, enquanto o outro veio e acertou uma patada que me jogou longe batendo a cabeça em uma pedra. Um fio de sangue escorria, e eu estava mancando, meus passo doíam, uma torção?. Não tinha como eu descobrir o estado de minha perna naquele momento, então me concentrei em andar até Lily e continuar lutando, mesmo ferido eu protegeria minha querida irmã.

Lily me puxou pelas mãos em um local que parecia seguro, e os dragões estavam se esvaindo, de alguma maneira parecem que haviam recebido ordens para se retirar, mais eu procurei nem pensar naquilo, já tinha problemas demais acontecendo na Academia que tinham de ser cuidados. Me escondi com Lily atrás de uma pedra, Orion e o diretor pareciam discutir, e eu os olhava com curiosidade, o que estaria acontecendo? O pior de tudo foi olhar para o lado e ter minha resistência quebrada, meu olhar estava completamente ofuscado de tristeza, o meu coração se apertava em dor contra o peito, Sabem o porque de tudo isso? Uma lágrima escorria do rosto de Lily, e aquilo me machucava mais do que ser perfurado em meu peito por uma lança de ponta envenenada. Lily significava tudo pra mim, minha querida e amada irmã. Eu coloquei o dedo em sua bochecha limpando a lagrima que escorria silenciosamente, e com imensa fúria me levantei dizendo. – Isso acabara agora Lily.

Me afastei dela com a varinha em mãos com uma fúria que nem eu mesmo conseguia identificar naquele momento, eu só andava com notável raiva no salão em direção a Orion e o Diretor que começavam a se golpear com feitiços e algumas coisas que fugiam da minha percepção. Ao ver as coisas tomando um rumo diferente eu pude escutar zumbidos em meu ouvido, mais minha fúria era tanta que eu chegava a achar que meus olhos poderiam estar negros, e derrepente esses zumbidos pareciam gritos de Lily suplicantes para que eu voltasse. Estaria delirando? Talvez sim, talvez não. Quem se importa?. A única coisa que eu desejava naquele momento era devolver o sorriso ao rosto de minha pequena irmãzinha de qualquer maneira. Orion parecia alguém a minha altura, eu estava tão enfurecido que não tive os calafrios que eu sempre tinha ao me aproximar dele. Empunhei a varinha com força, quase rompendo ela com as mãos, por mais que eu quisesse aquele sentimento de raiva não passava de jeito nenhum e eu mesmo sabia que ele só passaria se eu matasse alguém ou enxergasse Lily sorrindo sinceramente, o que seria impossível naquele momento.

Quando eu cheguei mais perto eu já não enxergava mais nada só um vulto desaparecendo carregando o corpo do diretor pelos escombros e sumindo no horizonte rapidamente. Eu corri atrás deles empunhando a varinha, mais eu não chegava nem a um terço da velocidade surpreendente de Orion que sumiu no horizonte. – BOMBARDA MÁXIMA – abri um buraco na parede saltando no meio das pequenas pedras e poeiras que ainda não haviam baixado. Parei do lado de fora olhando a deprimente situação da Academia. Quando dei por mim, eu mal conseguia continuar andando, Lily estava lá dentro, O Diretor já havia sumido com Orion, minha perna direita que fora atacada pelo dragão já não se movia mais, e o sangue de minha cabeça devia ter escorrido já o suficiente, eu não escutava mais nada, e estava caindo lentamente sem conseguir mover apenas um dedo. Cai ao chão e meus olhos se fecharam contra a minha vontade. Seria meu fim? Eu realmente morreria como um imprestável que não fez nada de útil?


Spoiler:
 
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Emily Clementine Vanckock

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Seg Out 18, 2010 8:25 pm

- Não acredito que além de perder a pureza de seu sangue está garota perdeu também o seu juízo! – Acabava de fazer um curativo na perna de um menino que antes estava cortada e sangrando horrores quando avistei minha amada sobrinha sentada sem ânimo numa parte qualquer do lugar destruído. Sai imediatamente [desesperada] em sua direção. Os meus nervos estavam a flor da pele.

- Você está descontrolada Hannah... - Demonstrações de afeto não são muito a minha cara, mas ainda assim eu amava aquela criaturinha mal acabada que estava em minha frente, sangrando. – Episkey! – O feitiço de cura bem sucedido fazia com que o corte começasse a cicatrizar. – E você pode tratar de guardar essas presas... Isto se ainda quiser tê-las, é claro! – O namoradinho de Hannah iria se pronunciar, se não fosse o meu corte. Aquela criatura homossexual já havia tirado meu tesourinho de mim e aturá-lo falando comigo já era provocação demais. Não mesmo.

- Saiam daqui logo. Vamos saiam já! – Hannah tentou me dizer alguma rebeldia sobre como eu deveria tratar melhor o seu namorado gay, eu não a dei ouvidos porque do outro lado Gray me gritava desesperadamente e ao olhá-lo vi dois seres encapuzados o segurando pelas costas. Os dois jovens [Hanny e Rick] saíram juntos caminhando devagar, um apoiando-se no outro.

- AH! Merlin... Acorde-me já! – COMENSAIS DA MORTE ALI? O que estariam fazendo? Estavam loucos, só pode, o Ministério inteiro estava ali. Gray em um gesto de desespero me apontou algo no chão, levei meus olhos ao lugar indicado e vi Takashi Kirara a nossa ministra da magia que eu havia entrevistado uma semana antes, mas ela estava caída e sangrando, estava morta, a vida fugira dos seus lindos olhos que no momento de sua morte só demonstravam medo. – CORRA HANNAH, corra! – Gritei desesperadamente para minha sobrinha e ainda tive tempo de vê-la se virar para trás e olhar em meus olhos. Daí em diante a escuridão me encobriu, a inconsciência.

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Hannah Eleonora Vanckock

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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qui Out 21, 2010 11:15 am

and your voice was all i heard that i get what i deserve
so give me reason to prove me wrong, to wash this memory clean…


------------------------------------------------

Richard puxava-a para a saída mais próxima - que não estava muito longe dali - e Hannah ficou aliviada por isso.

Agüentava de tudo: desde cortes profundos nos braços até o namorado cobiçando mordê-la, mas não queria ver porque o grito de Emily cessara tão depressa; sendo assim, sequer olhou para trás enquanto atravessava os portões de mãos dadas com o garoto, tentando se afastar de feitiços hostis (lançados tanto pelos Aurores quando pelas pessoas encapuzadas).

Eles conseguiram chegar, sem muitos arranhões, em uma loja vazia. Certamente o dono do aposento estaria, também, na batalha. Hannah dirigiu-se a janela e percebeu que o vilarejo estava praticamente deserto: temeu por isso.

Você acha que escapamos vivos desta? — Perguntou, surpreendendo-se ao constatar o quão baixo seu tom de voz estava. Ela pigarreou, vendo-o sentar-se no chão, cansado. — Quero dizer... Passamos por tantas coisas juntos que, às vezes, fico em dúvida se realmente devemos permanecer assim. — Hannah virou-se de costas, não querendo olhá-lo nos olhos e mal acreditando no que estava dizendo. Ele imediatamente protestou, dizendo-a que sim, eles deveriam ficar juntos por todo o tempo que lhes fosse concedido. — Eu tenho medo de perder você, tenho medo de morrer e te deixar infeliz... Eu não quero isso, eu te amo demais pra isso, eu...

Hannah nunca percebeu que Richard havia-se levantando e se aproximado dela. Ele puxou-a pelos braços, com força, e obrigou-a a olhá-lo nos olhos – agora rosas, delineados pelo preto que indicava um sentimento que a garota não conseguiu desvendar. Ela teve certeza de que ele fizera aquilo de propósito, e sentiu-se feliz por isso; puxando-o pela roupa ligeiramente rasgada, ela o beijou.

Ela conhecia o costumeiro nervosismo dele, por isso mordeu-o levemente no lábio inferior, e ele relaxou a tensão; Hannah passou os braços em volta do pescoço de Richard e trouxe-o para mais próximo dela, enquanto ele a encostava à parede fria da loja. Hannah sorriu por entre o beijo, mal acreditando que ambos estavam vivos e que, se não se metessem em tantas confusões, viveriam juntos e felizes por muito tempo.

Contudo, eles não perceberam que começara a chover.

------------------------------------------------

Music: New Divide – Linkin Park. / Clothing: Clica!
Interactions: Richard Pelegrini Collins; Emily Vanckock.
Notes: Já que Pinho disse que meu post é o último do evento, decidi uma maneira de acabar com todo esse fogaréu: chuva - que, aliás, ficou meio desconexo, mas eu quis colocar assim. Espero que não prejudique ninguém!
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A Redatora



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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   Qui Out 21, 2010 5:31 pm

O Julgamento

15h42min PM

O grupo de resistência conseguira duelar e montar uma ótima defesa contra o exercito de dragões que fazia o ataque cruelmente. Muitos alunos tiveram suas vidas poupadas, outros a perderam por falta de experiência, ou prática. Os dragões recuaram cautelosamente como que por uma ordem dada, e pouquíssimos deles ainda estavam vivos.

15h50min PM

Os primeiros socorros já eram dados no próprio local de batalha e a solidariedade era vista em todos os lugares, alunos tirando amigos e professores de escombros e ajudando-os com feitiços de cura. As pessoas que estavam abrigadas nos Salões Comunais e nas Masmorras começaram a aparecer.
16h00min PM

Pessoas encapuzadas [membros da legião das trevas] apareceram no castelo e levaram consigo alguns dos membros mais importantes que estavam participando do evento, da batalha e até mesmo alguns que vieram só socorrer os feridos. Azkaban, o destino final.

Alunos e professores depois de curados e auxiliados foram evacuando os terrenos destruídos em grupos de cinco pessoas. A chuva chegou e o fogo começara enfim a baixar.


Evento finalizado com sucesso ~
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MensagemAssunto: Re: 30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência   

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30/09/2012 Aniversario da Academia de Magia de Legilimência
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